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Se você der uma olhada em  uma cozinha típica, é provável que você encontre muito alumínio. Não é algo que você possa dar muita atenção normalmente, mas uma vez que você começar a procurá-lo, você vai encontrá-lo em todos os lugares, das panelas em seu armário ao papel alumínio em sua gaveta e os legumes enlatados em sua despensa. Sua onipresença pode fazer você pensar que é bastante seguro, mas a verdade é que ele é uma neurotoxina que pode causar estragos em sua saúde.

É isso mesmo: a Agency for Toxic Substances and Disease Registry classifica oficialmente o alumínio como uma neurotoxina. Infelizmente, é o terceiro elemento mais comum na Terra e entra no seu sistema com bastante facilidade. Você vai encontrá-lo em tudo, desde medicamentos e vacinas até produtos de beleza, mas é na cozinha que você precisa estar especialmente vigilante.

Se você acha que o dano potencial é mínimo, considerando que você não consome alumínio, pense novamente: com o tempo, ele se acumula no cérebro, na tireoide, nos rins e no fígado, onde pode causar inflamação, oxidação e danos aos tecidos. Pode afetar o seu humor, sono e cognição, e está mesmo ligado à demência. Exposições prolongadas a baixos níveis de alumínio têm sido associadas ao envelhecimento cerebral e neurodegeneração, e cria emaranhados neurofibrilares não diferentes daqueles vistos nos cérebros com Alzheimer.

Os sintomas da exposição ao alumínio incluem dores de cabeça, pele seca, constipações frequentes, problemas gastrointestinais e depressão – problemas frequentemente atribuídos a outras causas. Uma vez que se torne mais grave, no entanto, você pode sofrer de perda de memória, confusão e condições musculares paralíticas.

Churrasco? Não asse em papel alumínio!

Se você está planejando fazer um churrasco, deixe o papel para trás. Pode ser conveniente embrulhar seus legumes, mas é muito mais difícil eliminar os problemas de saúde que você poderia suportar contando com esse método de cozimento.

De fato, um estudo publicado no International Journal of Electrochemical Science descobriu que usar papel alumínio para cozinhar contribui significativamente para a sua ingestão diária de alumínio, liberando em seu alimento níveis que excedem os permitidos pela Organização Mundial da Saúde. Por exemplo, cozinhar em papel alumínio aumentou a concentração de alumínio da carne em 89 a 378 por cento, enquanto o intervalo para frango foi de 76 a 215 por cento. Cozinhar a temperaturas mais altas leva a maiores concentrações.

Eles também descobriram que cozinhar alimentos ácidos como tomates e limões no alumínio causou maiores concentrações de alumínio do que alimentos mais alcalinos. Esta é uma informação útil não apenas quando você está grelhando, mas também se você tem o hábito de revestir a forma que vai ao forno com papel alumínio. Os pesquisadores disseram que simplesmente “ele não é adequado para cozinhar“, acrescentando que há um “sério risco para a saúde” de ingerir muitos alimentos cozidos em papel alumínio.

O que você pode fazer sobre a exposição ao alumínio?

Se você acabou de prometer jogar todo o alumínio presente em sua casa no lixo e trocar para panelas mais seguras, esse é um ótimo primeiro passo, mas o que você pode fazer sobre todo o alumínio que vem se acumulando em seu corpo até agora?

Vegetais crucíferos como brócolis, repolho e couve-de-bruxelas têm demonstrado desintoxicar seu corpo de alumínio, assim como alimentos como cebola e alho. Além disso, coentro, vitamina C e chlorella também podem ajudar a desintoxicar de metais. A cúrcuma, entretanto, pode ajudar a aliviar os efeitos negativos da exposição ao alumínio.

O alumínio pode ser conveniente, mas simplesmente não vale a pena colocar sua saúde em risco. Agora é o momento perfeito para remover esta neurotoxina da sua cozinha (e do banheiro e armário de remédios!), e começar a substituí-lo por métodos de cozinha mais saudáveis.

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Fontes:
– Natural News: Aluminum can foil your good health: Do you use this neurotoxin in your kitchen?
– Natural Health 365: Why aluminum foil can be a health hazard for you and your family
– Agency for Toxic Substances and Disease Registry: Aluminum

3 Comments

  • Sandra disse:

    A gente sabe disso, sim, gente boa mas o negócio é que a teoria na prática é muito outra. Vovó já dizia que alumínio era um veneno, por isso usava uma frigideira de ferro mas também não dispensava as panelas de alumínio e quando morreu, aos 86 anos, não descobriu se o percentual que ficou no corpo deixaria as formigas contaminadas.Já minha mãe, vê se pode, que faleceu aos 94 anos, sem nunca ter feito uma cirurgia invasiva, (exceção da catarata) sempre cozinhou em panelas de alumínio.(?!). Já pesquisaram se o alumínio foi a causa da longevidade das duas? He, he.

    • Antonio Carlos Ribeiro Nogueira disse:

      Bem, a saúde de sua Avó e sua Mãe é inconteste. Certamente deve-se à uma alimentação saudável e práticas cotidianas também saudáveis. Mas penso que, estes estudos devem ser levados em consideração sim, visto que nossa alimentação é bem diversa de sua Avó e Mãe, e hoje, nosso metabolismo é bem distinto e bastante diferente de uma pessoa para outra.

      • Sandra disse:

        Claro, colega, os tempos são outros, centuplicamos os agentes poluentes na natureza, incendiamos florestas e contaminamos aqüíferos e as homicidas sacolinhas de plástico onde todo mundo embala tudo, lá se vão,mar a dentro, matar baleias e tartarugas sufocadas por nossa culpa, enquanto ingerimos as micro partículas desse mesmo plástico na água “não tão potável assim” que bebemos. Respiramos oxigênio nada puro, contaminado com, sabe-se lá o que, enquanto fogos de artifício servem de pretexto para celebrações esdrúxulas e desnecessárias, contribuindo com fumaça e poeira repleta de metais pesados, compostos de enxofre, carvão e outros produtos químicos nocivos, inclusive o venenoso e radioativo Bário, responsável pelas cores verde brilhantes, lindas e letais. Realmente, minha alimentação é bem diversa destas duas ancestrais, eu sou vegana, elas não eram e óbvio que o metabolismo humano mudou, na proporção exata em que fomos obrigados à adaptações surreais para nascer e continuar vivo por um tempo razoável. Todo e qualquer estudo científico sério deve ser levado em conta, fora de dúvida,mas todo esse clima de terror coletivo sobre a desgraceira causada por humanos ao Planeta, tem sido o motivo, entre outros, de paranóias coletivas e o aumento do número de suicídios, até mesmo entre crianças, que não estão conseguindo lidar com tanto estresse e driblar tantas pressões. O fato de recusar-se a assistir programas policiais, em que se despeja o lixo comportamental na nossa humilde sala, contaminando nossas mais puras esperanças, já é um progresso e uma possibilidade a menos de enfartar. No entanto pesquisas científicas precisam e devem focar na saúde mental e emocional do ser humano, esse pobre órfão de assistência e amparo, para que, sob o pretexto bem intencionado de salvar-lhe a vida, denunciando os possíveis agentes causadores de sua morte, como por exemplo o alumínio, não o estejam matando aos poucos, a cada dia, sem inocular-lhe o antídoto das soluções viáveis que o salvem de todas essas desgraças, inclusive dele mesmo.

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