Notícias Naturais

Todo mundo sabe que quando você está grávida você não bebe café, fuma cigarro ou toma analgésicos, certo? E não importa o quão tentador esse copo de vinho possa parecer, como uma mãe grávida consciente, você não pensaria em beber álcool durante a gravidez. Para uma mãe, as responsabilidades da maternidade começam a partir do segundo que ela descobre que está grávida, e a maioria das mães leva essa responsabilidade muito a sério, fazendo todo o possível para proteger seus bebês.

Por que, então, as mães que são aconselhadas a não tomar nada mais forte que o paracetamol durante a gravidez também são aconselhadas a receber vacinas tóxicas? O CDC há muito recomenda que as mulheres grávidas sejam vacinadas contra a gripe, por exemplo, e um dos seus estudos confirmou recentemente uma ligação alarmante entre os abortos espontâneos e a vacina contra gripe.

Robert F. Kennedy, Jr. do World Mercury Project explicou:

O estudo analisou dados para as estações de gripe de 2010-11 e 2011-12. As mulheres vacinadas com a vacina inativada contra influenza (IIV) na temporada 2010-2011 tiveram 3,7 vezes mais chances de sofrer um aborto espontâneo dentro de 28 dias do que as mulheres que não receberam a vacina. Durante todo o período do estudo (2010 a 2012), as chances de um aborto espontâneo para mulheres vacinadas foram 2,0 vezes maiores do que para aquelas que não receberam a vacina contra a gripe. 

O mais alarmante é que, as mulheres que receberam a vacina contra o H1N1 na temporada anterior de gripe, a probabilidade de aborto espontâneo nos 28 dias após receber a vacina contra a gripe foi 7,7 vezes maior. Para todas as estações de gripe, a partir de 2010-2011, houve um vírus do tipo H1N1 incluído em vacinas contra a gripe nos Estados Unidos.

Leia também: Defensores da Vacina Tentam Explicar a Recente Descoberta da Ligação entre a Vacina da Gripe e o Aborto Espontâneo

Será que a mesma mãe conscienciosa que está evitando diligentemente o álcool e a cafeína para proteger seu bebê tomaria a vacina contra a gripe se esse tipo de informação fosse compartilhado com ela?

Um estudo publicado na revista Maternal and Child Health no início deste ano, descobriu que as mulheres enfrentam decisões muito difíceis quando se trata de medicamentos durante a gravidez e exigem informações específicas para ajudá-las a fazer escolhas sábias. O resumo do estudo observou que as mulheres pesquisadas estavam particularmente preocupadas com o efeito de qualquer medicamento tomado durante a gravidez no desenvolvimento de seus bebês, mas muitas também expressaram preocupações sobre os possíveis efeitos em sua própria saúde. Elas também indicaram que, se os riscos associados a um medicamento fossem desconhecidos, elas não estariam dispostas a tomá-lo.

Embora seja verdade que as vacinas carregam riscos desconhecidos durante a gravidez, elas também carregam riscos bem conhecidos de que os médicos e a grande mídia fazem o possível para ignorar e nunca discutir com as pacientes.

Por exemplo, algumas vacinas contra a gripe contêm mercúrio, o qual tem sido associado a problemas de neurodesenvolvimento e outros problemas em crianças.

O site Natural News relatou anteriormente:

Um estudo da revista Human Environmental and Toxicology descobriu que a vacina de gripe inativada de múltiplas cepas que contém mercúrio, foi a causa direta de um aumento de 4.250% nas mortes fetais durante a temporada de gripe pandêmica de 2009.

Curiosamente, embora os médicos e o CDC retratem as vacinas como totalmente seguras para as mulheres grávidas, os fabricantes de vacinas sempre incluem notas nos folhetos informativos da vacina, alertando que a segurança na gravidez não foi estabelecida.

Como exemplo disso, a bula da vacina Flulaval afirma:

A segurança e a eficácia do Flulaval não foram estabelecidas em mulheres grávidas, lactantes ou crianças.

Houve um tempo em que o governo foi extremamente cauteloso sobre a vacinação ou uso de mulheres grávidas em ensaios clínicos. Em 1998, por exemplo, a Food and Drug Administration (FDA) dos EUA recomendou que estudos de toxicidade reprodutiva fossem conduzidos em modelos animais para cada vacina que seria administrada a mulheres grávidas antes que qualquer teste clínico de Fase 1 pudesse ser realizado em mulheres grávidas.

Agora existem vacinas que só foram testadas em mulheres grávidas depois que a vacina já foi licenciada – e então os testes foram conduzidos pelos próprios fabricantes, que dificilmente poderiam ser chamados de imparciais.

Certamente há perguntas suficientes sobre a segurança e até a eficácia das vacinas durante a gravidez para que as futuras mães diligentes as evitem completamente.

Leia mais:

Novo Estudo Impressionante Prova que a Indústria das Vacinas é Apenas uma Extensão da Indústria do Aborto

Estudo sobre a Vacina contra Gripe e Mulheres Grávidas PROVA que as Vacinas Enfraquecem a Imunidade

Fontes:
– Vaccines News: It’s “open season” on vaccinating pregnant women with toxic, harmful substances confirmed present in many vaccines
– World Mercury Project: That Was Then, This Is Now: Open Season on Vaccinating Pregnant Women
– World Mercury Project: CDC Study Shows Up to 7.7-fold Greater Odds of Miscarriage After Influenza Vaccine
– Natural News: Groundbreaking study on flu shots and pregnant women PROVES that flu shots weaken immunity in subsequent years
– Natural News: Flu shots during pregnancy lead to 4,250 percent increase in fetal deaths

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Close
Suporte nosso site
Social PopUP by SumoMe