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Como algumas pessoas continuam a negar que existe uma ligação entre o distúrbio do espectro do autismo e o mercúrio, dois novos estudos já foram adicionados à crescente pilha de evidências que ilustram o quão errada elas estão.

A pesquisa envolveu a meta-análise de estudos que investigaram a ligação entre o transtorno do espectro do autismo e o mercúrio e que foram realizados nos últimos 12 anos. Este tipo de estudo é altamente vantajoso, pois permite aos pesquisadores consolidarem vastas pilhas de pesquisas, muitas vezes complexas e até mesmo conflitantes.

A primeira meta-análise, realizada por pesquisadores da Universidade Shahrekord de Ciências Médicas no Irã, foi focada especificamente no mercúrio. O segundo estudo, o qual foi conduzido pela Tehran University of Medical Sciences, os pesquisadores analisaram o mercúrio e outros metais pesados ​​como o chumbo. Em ambos os casos, as técnicas estatísticas de ponta foram utilizadas para produzir resultados imparciais.

Essas meta-análises investigaram os níveis de mercúrio em vários tipos de espécimes, incluindo cabelo, urina, sangue total e glóbulos vermelhos, com o primeiro a explorar o tecido cerebral. Em ambos os estudos, uma concentração significativamente maior de mercúrio foi encontrada nos glóbulos vermelhos pertencentes a pessoas com transtorno do espectro autista em comparação com controles saudáveis. O primeiro também observou níveis mais elevados de mercúrio total no sangue  retirado de pacientes com transtorno do espectro autista.

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O mercúrio é uma neurotoxina muito poderosa que pode levar a efeitos negativos mesmo em pequenas quantidades. A maioria das pessoas está exposta ao mercúrio, quer através do metilmercúrio presente em peixes ou etilmercúrio, o qual pode ser encontrado no controverso conservante da vacina, o timerosal.

De acordo com a Agency for Toxic Substances and Disease Registry, fetos e crianças pequenas são especialmente vulneráveis ​​aos efeitos negativos do mercúrio, que incluem atraso mental, cegueira, danos cerebrais, convulsões, descoordenação e incapacidade de falar.

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Isso leva a se perguntar por que as autoridades de saúde pública continuam a empurrar vacinas contra a gripe nas massas. Muitas dessas vacinas contêm timerosal carregadas com mercúrio. Na verdade, as diretrizes para a vacina contra a gripe dizem que todas as crianças de seis meses ou mais precisam da vacina. Essas vacinas também são rotineiramente empurradas para as mulheres grávidas e aquelas que podem engravidar – precisamente os grupos de pessoas que deveriam nem passar perto de qualquer coisa que contenha até a menor quantidade de mercúrio!

O mercúrio é capaz de atravessar a barreira hematoencefálica, e acredita-se que ele eleva o risco de transtornos do desenvolvimento neurológico como tiques, transtorno de déficit de atenção/hiperatividade e atrasos de fala, além do transtorno do espectro autista.

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O vínculo entre o mercúrio e o autismo está há muito tempo estabelecido

Os cientistas sabem há muito tempo sobre a ligação entre o mercúrio presente nas vacinas infantis contendo timerosal e o autismo. Um estudo de 2004, por exemplo, encontrou uma estreita correlação entre a prevalência de autismo e doses de mercúrio em vacinas SRC (tríplice viral) do final da década de 1980 até meados dos anos 90. Os autores desse estudo revisado pelos pares, o qual foi publicado no Medical Science Monitor, recomendaram que todas as vacinas parassem de usar timerosal.

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É interessante notar que os estudos também mostraram uma forte correlação entre as obturações de mercúrio nas mães e o risco de seus filhos serem diagnosticados com distúrbios do espectro autista. Por exemplo, um estudo egípcio publicado na revista Metabolic Brain Disease encontrou essa conexão, além da descoberta de que as crianças que tinham transtorno do espectro do autismo também apresentavam biomarcadores elevados para mercúrio e chumbo em comparação com seus irmãos saudáveis ​​e controles saudáveis.

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Claro, você não vai ouvir sobre esses estudos na mídia convencional. Não é uma coincidência que tantos desses estudos estejam acontecendo fora dos EUA e do Reino Unido. Vários estudos americanos fizeram conclusões semelhantes, mas a indústria farmacêutica é um formidável oponente fazendo tudo o que estiver ao seu alcance para suprimi-los.

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Fontes:
– Natural News: More research confirms: There is definitely a link between autism and mercury
– World Mercury Project: Two Meta-Analysis Reviews Confirm (Yet Again) the Link between Mercury and Autism Spectrum Disorder
– Natural News: Autism, mercury, thimerosal and vaccines: Natural News releases large collection of scientific knowledge that’s been suppressed by the FDA, CDC and pharma-controlled media
– Natural News: Mercury and autism: New research provides yet more damning evidence that mercury exposure leads to ASD

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