Notícias Naturais
Share on Facebook0Tweet about this on TwitterShare on Google+0Email this to someone

A Maior Conspiração Médica da HistóriaVia: The Real Agenda News

As drogas psicotrópicas que são vendidos legalmente e recomendadas por profissionais da saúde são responsáveis por mais mortes do que drogas de rua ilegais.

Hoje, 100 milhões de pessoas ao redor do mundo usam medicamentos psiquiátricos. Como chegamos a este ponto?

Durante muito tempo, a indústria de psicofármacos não só ganhou bilhões de dólares por ano com a venda de produtos farmacêuticos usados para “tratar” pacientes mentais, mas também, com conhecimento de causa e intencionalmente, envenenou as mentes daqueles que têm usado esses produtos.

Grandes organizações médicas, universidades e fundações poderosas são responsáveis ​​pela adoção de técnicas de “cura”, que tiveram origem no início do século 20, quando pacientes foram abusados com procedimentos arcaicos de tortura que eram experimentos humanos cuja eficácia foram e ainda são baseados em pouco mais do que palpites.

Leia também: “A Máfia Médica” e a Indústria da Doença

Com o avanço da ciência, psiquiatras viram uma oportunidade para alcançar o objetivo que eles não tinham sido capazes de alcançar, apesar de várias tentativas com seus tratamentos físicos insanos.

Em 1967, os psiquiatras se reuniram na ilha de Porto Rico para criar o que eles pensavam que era a melhor maneira de tornar as pessoas servos mentais das indústrias médica, científica e farmacêutica.

Seu plano era criar, fornecer e até mesmo mandar as pessoas tomarem uma nova gama de produtos psicotrópicos que eles recomendavam como a única solução para uma lista de doenças mentais inexistentes que as pessoas, até hoje, acreditam serem reais.

Durante o encontro, esses chamados especialistas médicos, como Heinz Lehmann, Joseph Zubin, Nathan Kline, Charles Savage e outros, expressaram seu desejo de controlar a mente das pessoas. Eles produziram um documento ou relatório denominado “Drogas Psicotrópicas no ano 2000“, onde eles delinearam seu plano para o futuro.

O objetivo destes psiquiatras era claro, assim como foi expresso por Wayne O. Evans. “Vemos um potencial de desenvolvimento para um controle quase total do estado emocional humano, o funcionamento mental e a vontade de viver.”

O que Evans descreveu era o plano completo do estabelecimento médico para manter as pessoas sob controle com a utilização de produtos farmacêuticos que seriam adotados através de recomendações de cientistas confiáveis, revistas médicas e, finalmente, com a ajuda de médicos que estavam em grande medida doutrinados para acreditar que o método de drogar alguém durante toda a sua vida era a melhor maneira de curar suas doenças físicas e mentais.

Psicotrópicos usados ​​para tratar problemas como demência, estresse, depressão e outras supostas doenças mentais não são seguros. Na verdade, eles são responsáveis ​​por uma ampla gama de efeitos colaterais, incluindo a violência, o desejo de cometer suicídio e homicídio, além de tornar os pacientes em seres viciados.

Na melhor das hipóteses, drogas psicotrópicas conseguiram matar mais pessoas ao invés de curá-las de suas doenças físicas. Seus efeitos colaterais são quase nunca estudados antes de serem colocados à venda, e o vício que eles causam é simplesmente referido como ‘dependência’.

As drogas psicotrópicas que são vendidas legalmente e recomendadas por profissionais de saúde são responsáveis ​​por mais mortes do que qualquer droga ilegal de rua. Mais da metade das pessoas que cometem suicídio nos Estados Unidos são pacientes mentais ou usuários de drogas psicotrópicas prescritas para eles.

Uma pequena lista desses medicamentos inclue: Zoloft, Paxil, Prozac, Wellbutrin, Effexor, Seroquil e Ultram, entre outros.

Leia também: Estudo Inovador Revela que Extrato de Cúrcuma é Superior ao Prozac para a Depressão

Vários relatos na mídia têm apontado para o abuso de drogas psicotrópicas por soldados que são enviados para o campo de batalha, mesmo estando mentalmente despreparados para enfrentar a realidade de situações de combate.

As drogas psicotrópicas são dadas aos soldados como uma forma de liberar mentalmente seus cérebros e eliminar qualquer medo, fobia ou intolerância à crua realidade de uma zona de combate, para que possam ser enviados para zonas de conflito três, quatro ou mais vezes.

As drogas psicotrópicas são responsáveis ​​por suicídios militares e advertências sobre as consequências do seu uso e abuso foram emitidas pelos psiquiatras não comprometidos com as grandes empresas farmacêuticas para prescrever estas drogas sintéticas.

Eles disseram que “o risco de efeitos colaterais é muito grande.” Os pedidos para não prescrever estas drogas têm se tornado cada vez mais frequentes. “Não há nenhuma maneira para monitorar esses meninos e meninas no campo”, disse o Dr. Peter Breggin, um psiquiatra de Nova York. “As drogas simplesmente não devem ser usadas.

Leia também: [Filme] Manual de Diagnóstico e Estatístico: A Farsa Mais Mortífera da Psiquiatria

Mas o uso e abuso de drogas psicotrópicas não acontece só no exército. Ocorre também em instituições para doentes mentais, que na maioria dos casos são lugares cheios de pessoas que foram forçadas pelos seus médicos a entrarem em tais lugares “para seu próprio bem”, e que são submetidas a tratamentos médicos longos e dolorosos que incluem a ingestão de medicamentos durante o resto de suas vidas.

Muitos desses pacientes são crianças que são consideradas por seus médicos como seres perturbados, o que as qualifica a se tornarem ratos de laboratório em uma instituição mental onde são medicadas com drogas psicotrópicas que estão muitas vezes em sua fase experimental a fim de acalmar ou, em teoria, eliminar a origem do problema mental apontado pelo suposto médico especialista.

Leia também: Dicas para Evitar que seu Médico o Mate Envenenado

Medicamentos antipsicóticos são prescritos a crianças de 7 anos de idade que sofrem de negligência, abuso ou que simplesmente não foram criadas pelos seus pais. Elas são ensinadas que somente o uso contínuo de medicamentos irá tirá-las da sua suposta doença mental.

Drogas como o Lexapro e Vyvanse são responsáveis ​​por múltiplos casos de suicídio infantil. Junto com Lexapro e Vyvanse, outro produto farmacêutico prescrito inclui Symbyax, uma droga que supostamente funciona como um antidepressivo, embora seu rótulo indique claramente que ele pode levar ao suicídio.

Hoje, mais de 100 milhões de pessoas ao redor do mundo usam drogas psiquiátricas. Como chegamos a esse ponto?

Os médicos convenceram a mairoia destes pacientes que eles eram mentalmente doentes e os levaram a acreditar que todas suas experiências mentais ou emocionais diferentes do normal eram exemplos de uma doença mental ou emocional.

Disseram-lhes que o estresse, a ansiedade, a depressão e qualquer outra reação a suas experiências eram doenças tratáveis ​​e que eles [os médicos] tinham as soluções e curas.

Leia também: Brasil é o Maior Consumidor de Rivotril do Mundo

Embora cada vez mais psiquiatras confessem que sua profissão não tem base científica, muitas vezes eles alegam que a sua análise e tratamento de pacientes é um processo de tentativa e erro. Mas, quando estes médicos estão na frente de seus pacientes, muitos não hesitam em recomendar drogas que só vão piorar qualquer problema médico mental ou físico.

Não existem exames de sangue, ou qualquer outro exame médico definitivo para provar a existência de transtornos mentais”, disse um psiquiatra de Nova Jersey, enquanto participava de uma convenção médica.

Esta declaração foi semelhante a uma outra dada por outro psiquiatra da cidade do México: “Se você vem ao meu escritório e me diz que está deprimido, não há nenhum teste médico ou exame de sangue que eu posso usar para verificar tal coisa.” Entretanto, os depoimentos sobre as incertezas médicas da psiquiatria e suas chamadas curas médicas continuam: “No momento não há testes disponíveis para verificar os nossos diagnósticos”, disse um psiquiatra da Grécia.

Leia também: Riscos Perigosos de 6 Drogas Escondidos para a Indústria Farmacêutica Fazer Muito Dinheiro

Mesmo sabendo que seus produtos têm efeitos colaterais perigosos e que a base científica para a fabricação destes produtos não existe, as empresas farmacêuticas e os psiquiatras não têm problema algum em recomendar os produtos farmacêuticos para seus pacientes.

Muitos desses pacientes se tornam parte de uma lista de pelo menos 3.000 pessoas por mês que morrem por causa do uso de drogas psicotrópicas recomendadas por seus médicos.

Muitas pessoas ficaram chocadas em 11 de setembro de 2001, quando cerca de 3.000 pessoas foram assassinadas durante os ataques terroristas em Nova York e Pensilvaniana. A maioria das pessoas não consegue perceber que o tipo de crime cometido naquele dia é replicado mensalmente ou talvez com mais frequência pelos médicos que prescrevem medicamentos psicotrópicos para seus pacientes.

De acordo com dados publicamente disponíveis, 70% dos psicotrópicos utilizados por pessoas com supostas doenças mentais são prescritos pelos seus médicos.

Leia também: Verdades Inconvenientes sobre a Indústria dos Remédios

Eles usam o que eu chamo contorcionismo estatístico. Eles manipulam os números para torná-los fantásticos e esconder os números ruins”, disse Shane Ellison, um químico orgânico que costumava trabalhar como pesquisador para a gigante farmacêutica Eli Lilly.

De acordo com o filme Making a Killing: The Untold Story of Psychotropic Drugging, o número de drogas psicotrópicas que são usadas por pacientes mentais tem crescido exponencialmente desde 1966.

Naquela época, havia um total de 44 produtos diferentes. Hoje, o número chega a 176 medicamentos disponíveis para os médicos venderem aos seus pacientes. É através dessa relação direta entre médicos e pacientes, juntamente com o marketing inteligente dirigido a profissionais médicos em seminários e conferências, que a indústria farmacêutica conseguiu fazer exatamente o que os psiquiatras tinham planejado há 40 anos.

Os cinco principais medicamentos vendidos em todo o mundo arrecadam cerca de 18 bilhões de dólares para a indústria farmacêutica todos os anos. Isso é aproximadamente a mesma quantidade obtida se somarmos o PIB da metade dos países do mundo. Em total, a indústria psiquiátrica arrecada um total de 330 bilhões de dólares por ano diretamente da venda de produtos que são prescritos a milhões de pessoas ao redor do mundo.

Este artigo é apenas um resumo rápido sobre como a aliança profana da indústria farmacêutica com a indústria médica ajudou a impulsionar as metas previstas há pelo menos quatro décadas. Nós recomendamos que você assista ao filme Psiquiatria: A Indústria da Morte, a fim de informar-se de maneira sólida sobre as origens, o funcionamento e os objetivos que a pseudociência conhecida como a Psiquiatria tem para todos nós.

Leia também: [DOCUMENTÁRIO] Psiquiatria: Uma Indústria da Morte

Para uma visão mais contemporânea sobre o que a Psiquiatria está fazendo agora e como a aliança médico-farmacêutica funciona, assista o filme Making a Killing: The Untold Story of Psychotropic Drugging. Além disso, passem as informações contidas neste artigo e os filmes citados acima para tantas pessoas quanto possível.

Leia mais:

12 Verdades Chocantes sobre os Perigos dos Medicamentos Psiquiátricos

 

12 Verdades Chocantes sobre os Perigos dos Medicamentos Psiquiátricos

 

 

 

antidepressivos

 

Explode o Uso de Antidepressivos nos Países Desenvolvidos (e também no Brasil)

 

 

 

Fontes:
The Real Agenda News: A Maior Conspiração Médica da História

Share on Facebook0Tweet about this on TwitterShare on Google+0Email this to someone

Posts relacionados:

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Close
Suporte nosso site
Social PopUP by SumoMe