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As mulheres grávidas, as que estão tentando engravidar, as mães que amamentam e as crianças pequenas, são rotineiramente advertidas contra o consumo de peixes, como o atum, marlim, olho-de-vidro-laranja, tubarão e peixe-espada do Golfo de México, que são conhecidos por conter altos níveis de mercúrio. Estudos descobriram que mesmo pequenas quantidades desta neurotoxina são suficientes para “causar um desenvolvimento cerebral limitado ou outros problemas de saúde para os seres humanos que os comem“. Esse dano é severo e irreversível.

Embora vários estudos tenham sido conduzidos para examinar a toxicidade do mercúrio em peixes mais altos da cadeia alimentar, um estudo recente da Universidade de Genebra (UNIGE), publicado na revista Scientific Reports, examinou mais de perto o efeito desse metal pesado sobre os níveis mais baixos da cadeia alimentar, no nível da microalga.

Uma equipe de pesquisa da UNIGE liderada pela professora Vera Slaveykova, vice-presidente da School of Earth and Environmental Sciences da Faculdade de Ciências da Universidade, examinou várias amostras da microalga verde Chlamydomonas reinhardtii. Essas microalgas foram selecionadas porque os seus estão entre os poucos genomas que foram completamente sequenciados nesse nível da cadeia alimentar. Esta informação possibilitou comparar a forma como a expressão gênica das microalgas mudou quando exposta a diferentes concentrações de mercúrio.

O site Science Daily explica as descobertas da equipe de pesquisa após analisar as moléculas de RNA que controlam a expressão gênica nessas microalgas:

O mercúrio interrompeu o metabolismo das algas, com numerosos genes sendo desregulados, independentemente de as concentrações serem comparáveis ​​às estabelecidas pelos padrões ambientais europeus, menores ou maiores do que as encontradas no ambiente.

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Uma alga que parece saudável do ponto de vista fisiológico parece ser alterada quando a expressão do gene é examinada.

Embora os cientistas tenham confirmado que esta alteração afetaria vários processos, incluindo a fotossíntese de elementos essenciais como o zinco, o cobre e o ferro, a equipe não conseguiu esboçar todas as possíveis mudanças que isso possa causar.

O professor Slaveykova explicou: “Dos 5,493 genes especificamente desregulados pelo metilmercúrio, ainda não conhecemos a função de 3.569 deles, embora essa alga seja a mais amplamente estudada de todos os produtores primários“.

Quaisquer que sejam esses efeitos, eles são ampliados ainda mais na cadeia alimentar e podem ter efeitos diretos e prejudiciais sobre os sistemas nervosos centrais daqueles que comem peixe do topo da cadeia.

Estudos como estes reforçam os perigos potenciais do mercúrio sob a forma de timerosal em vacinas.

Embora os Centros para o Controle e Prevenção de Doenças (CDC) insistam que a maioria das vacinas não contêm timerosal, eles admitem que existem dois tipos de vacinas contra a gripe – a que contém timerosal e a que não – e depende de você como receptor garantir a escolha de uma que não o contenha. Quantas pessoas sabem que precisam fazer essa escolha?

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O CDC também afirma:

O timerosal contém etilmercúrio, o qual é removido do corpo humano mais rapidamente do que o metilmercúrio e, portanto, é menos provável que cause algum dano.

Isso é verdade?

Bem, dois dos próprios cientistas do CDC publicaram recentemente um estudo confirmando exatamente o oposto dessa afirmação. A meta-revisão foi conduzida por John F. Risher, e Pamela Tucker, da Divisão de Toxicologia e Ciências da Saúde Humana do CDC, Agência de Substâncias Tóxicas e Registro de Doenças, e foi publicada no início deste ano na revista Reviews of Environmental Contamination and Toxicology.

O estudo descobriu que o timerosal é extremamente tóxico para os seres humanos, mesmo em doses muito baixas, e que, na verdade, é mais perigoso que o metilmercúrio em alguns casos. Ele é, por exemplo, mais perigoso para as mitocôndrias celulares do que o metilmercúrio.

Uma das conclusões significativas da revisão foi que o metilmercúrio (o tipo encontrado em peixes tóxicos) e o etilmercúrio (o tipo utilizado no timerosal) apresentam níveis de toxicidade muito semelhantes para os seres humanos. Suas propriedades químicas são semelhantes, e ambas causam graves interrupções e danos ao desenvolvimento e ao funcionamento do sistema nervoso central.

É evidentemente óbvio que o mercúrio em todas as suas formas é tóxico para todos os organismos vivos, desde microalgas até humanos. Se ele altera a expressão de genes nas microalgas, por que isso não afetaria o DNA dos humanos? Você ainda está certo de querer levar seu filho para tomar essa vacina contra a gripe este ano?

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Fontes:
– Natural News: Vaccines “altering” human genes? Low levels of mercury exposure found to alter gene expression while causing extreme neurological disorders
– Science Daily: Mercury is altering gene expression
– FDA: FDA and EPA issue final fish consumption advice
– CDC: Thimerosal in Vaccines
– Huffpost: Mercury In Fish More Dangerous Than Believed; Scientists Urge For Effective Treaty Ahead Of UN Talks (Report)
– NCBI: Alkyl Mercury-Induced Toxicity: Multiple Mechanisms of Action.

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