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Vacina contra o HPV O Risco de Efeitos Adversos Mais Alto que o Risco de Contrair Cancer de Colo doPor que vacinar milhões de meninas (e meninos) quando a probabilidade teórica de que qualquer uma delas terem câncer de colo de útero é quase zero?

Segundo um recente relatório do Departamento de Saúde (MDH) de Minnesota, o câncer de colo de útero está na posição 14 de neoplasia maligna mais comum entre as mulheres de Minnesota. Foi a décima sétima causa mais comum de morte por câncer.

Em Minnesota, de acordo com a informação estatística oferecida pelo MDH, a incidência de câncer de colo de uterino em mulheres de todas as raças de Minnesota é uma minúscula população de 6,8/100.000 (ou seja, 6,8 novos casos diagnosticados para cada 100.000 mulheres por ano).

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O pico de incidência relacionada com a idade para um diagnóstico de câncer de colo de útero é de 44 anos de idade. No grupo de idade entre 40 e 44 anos, o MDH disse que há 14 tipos de câncer de colo de útero recém diagnosticados para cada 100.000 por ano, o que significa que 99.986 de cada 100.000 mulheres de 44 anos de idade não serão diagnosticadas com câncer de colo de útero em um ano determinado. (incidência é o termo para o número de casos novos de uma doença diagnosticada durante um período determinado de tempo).

Até a idade de 50 anos, de acordo com os relatório do CDC, mais de 80% das mulheres americanas infectaram-se com o vírus do papilomavírus humano (HPV) durante sua vida, no entanto, surpreendentemente, mais de 99.000 de cada 100.000 mulheres nunca serão diagnosticadas com câncer de colo de útero. (É útil afirmar que as mortes por câncer de colo de útero são ainda menores, 1,5 casos para cada 100.000 habitantes mulheres por ano). As estatísticas dizem que a imensa maioria das meninas que não acompanham a multidão e que recusam às recomendações de vacinação, nunca terão câncer de colo de útero.

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A pergunta que todos devem ter é: “Por que vacinar milhares de meninas (e meninos) quando a probabilidade teórica de que qualquer uma delas terem câncer de colo de útero é quase zero?” (Veja dados a seguir).

Não é só isso, os pais céticos economizarão muito dinheiro (aproximadamente $140 dólares por dose), evitando a clara possibilidade de ver suas filhas se tornarem em doentes crônicas com um ou mais transtornos auto-imunes que estão se tornando cada vez mais comuns entre todas as meninas vacinadas.

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Algumas estatísticas que a Merck, Glaxo e a Associação Americana de Pediatria não querem que os médicos – ou seus pacientes – entendam

A Sociedade Americana do Câncer, estima que 12.000 mulheres americanas são diagnosticadas com câncer de colo de útero a cada ano nos EUA. Há 170.000.000 de mulheres nos EUA. A matemática diz que 0,0061% das mulheres dos EUA (12.000 dividido por 170.000.000 x 100% = 0,0061%) terá câncer de colo de útero no ano seguinte – um número infinitamente pequeno. Mas isso significa que 99,9939% das mulheres de Minnesota não terão câncer de colo de útero no ano seguinte, inclusive se não forem vacinadas e apesar de que 80% delas provavelmente terão uma infecção por HPV durante sua vida.

Estas estatísticas representam as possibilidades muito bem, inclusive levando em conta o fato de que 60.000.000 das mulheres americanas estão na faixa de idade de 30 anos. Nesse grupo de idade, o câncer de colo de útero é essencialmente inexistente. Para as maiores de 30 anos, o número de mulheres que nunca terá câncer de colo de útero continua sendo correspondente (12.000 dividido por 110.000.000 x 100% = 0,011% e 100% – 0.011% = 99,989%), embora 80% delas poderá infectar-se com o HPV.

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A correlação não implica necessariamente uma causa

O CDC, que talvez são cuidadosos ao utilizar o termo “associado” ao invés do termo “casual” quando se trata dos cânceres de colo de útero associado ao HPV, dizendo que “nem todos os cânceres que se denominam associados ao HPV refletem as infecções por HPV reais, e que, os números avaliados relacionados ao HPV são unicamente estimativas.”

Espantosamente, mas logicamente, desde que o programa de vacinação dos EUA começou na década de 1990 (pouco depois do presidente Ronald Reagan assinar em 1986 a lei federal que proibia os processos médico-legais contra os fabricantes de vacinas depois que crianças morreram ou ficaram incapacitadas devido a lesões causadas por vacinas), cerca de 30% das crianças americanas totalmente vacinadas estão agora com alguma doença crônica.

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Causa e efeito? A resposta é provavelmente sim, devido a pesquisa básica em neurociência a dúvida sobre a segurança e eficácia de muitas vacinas está poderosamente no sentido afirmativo. Mas este tipo de pesquisa quase nunca é publicada em revistas médicas populares que recebem dinheiro da indústria farmacêutica, ou cujos membros e diretores têm conflitos de interesse não revelados, profissionais ou monetários, com a indústria das vacinas.

Por isso, a maioria dos médicos não leem os resultados da pesquisa de importantes pesquisadores sem conflitos ou altruístas. Lamentavelmente, em caso da pesquisa não desejada contrariar a “sabedoria convencional das grandes farmacêuticas” e for publicada (especialmente se colocam em risco os atuais ou futuros lucros das empresas), é provável que o artigo seja retirado da publicação ou expurgado das publicações anteriores. Seja testemunha das experiências do Dr. Andrew Wakefield, Dr. Chris Shaw e da Dra. Lucija Tomljenovic, quando seus bem realizados artigos de pesquisa revisados por pares que questionaram a suposta segurança ou eficácia das vacinas, foram retirados de publicações depois que os artigos passaram pelo processo de revisão por pares e haviam sido publicados.

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Informação mais que inquietante sobre o trem em movimento da vacina contra o HPV

A Gardasil da Merck e a Cervarix da GlaxoSmithKline, ambas contêm antígenos de subunidades de partículas virais (não reais) de engenharia genética, que são capazes de gerar complexos imunes com a ajuda essencial do neurotóxico adjuvante de alumínio que se une ao antígeno proteico. O alumínio é adicionado à vacina de forma que o antígeno persiste no tecido muscular e nos macrófagos durante muito tempo. (Os macrófagos ingerem os antígenos de alumínio, recobrindo-os, e assim, o alumínio passa através da barreira hematoencefálica até o cérebro da pessoa vacinada).

Os antígenos de proteínas sintetizadas de HPV (partículas similares ao vírus – PLV  – que encontra-se nas duas vacinas contra o HPV) produzem-se em células de levedura cultivadas. Pergunta: O que poderia dar errado com este processo de fabricação extremamente complexo, quase incompreensível? Resposta: Somente as fábricas da indústria farmacêutica super secretas e seus cientistas sabem aas respostas, mas os pesquisadores sem conflitos, altruístas das neurociência básica têm suas suspeitas, e estão tentando advertir as pessoas vulneráveis.

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Os jornalistas médicos utilizam principalmente como fonte o material de propaganda das grandes empresas farmacêuticas e dos estabelecimentos médicos

Há outro aspecto da desinformação estendida que rodeia a promoção de medicamentos de prescrição e as vacinas, que sempre começa com campanhas de propaganda de milhares de milhões de dólares astutamente bem desenvolvida pelas grandes empresas farmacêuticas. Os jornalistas médicos dependem em grande parte da informação tendenciosa obtida de artigos de revistas médicas populares (que são, muitas vezes, pré-escritas e nunca por alguém dos profissionais mencionados) ou de comunicados farmacêuticos com a finalidade de lucrar e das empresas privadas de “pesquisa” que realizam os estudos que envolvem grandes somas de dinheiro.

A maior parte da classe médica, incluindo muitos na profissão de enfermaria, se baseia na mesma informação gerada pelas corporações, e que tem sucumbido aos milhares de milhões de dólares dos anúncios que incitam – inclusive utilizando a culpa – os pais e responsáveis a forçarem os pré-adolescentes e jovens – contra seus melhores instintos – a uma série de três injeções intramusculares, cada uma das quais, como mencionado anteriormente, contendo um adjuvante de alumínio que é conhecido como neurotóxico, e que é totalmente capaz de produzir uma hiper-estimulação crônica e transtorno auto-imunes.

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Mas a crítica mais séria relativa à intensa pressão para que os adolescentes recebam a vacina, é que não há nenhum teste (somente teoria) de que as vacinas irão prevenir o câncer de colo de útero entre 20 e 50 anos depois, entre qualquer 99,99% da população feminina. Os testes das grande empresas farmacêuticas terão que esperar uma geração ou duas, e nesse momento a ninguém importará se as vacinas funcionarão ou não. O que é dito para os pais das crianças não é suficiente para tomar uma decisão informada. Tudo o que possuem é uma teoria plausível, e uma intensa, implacável pressão de uma profissão médica previamente honrável, sem testes de laboratório sobre os complexos imunes temporários que se formam depois de três doses, e uma astuta campanha publicitária de milhares de milhões de dólares.

De forma alarmante, a FDA (a Anvisa dos EUA), influenciada pelos grandes laboratórios aprovou tanto a Gardasil como a Cervarix, sem que a Merck ou a GlaxoSmithKline demonstrassem suas afirmações de prevenção do câncer cervical! Ambas empresas dizem que quem receber a vacina deve continuar fazendo os exames de papanicolau regulares para o resto da vida, um sinal certo da falta de confiança em seus produtos imensamente rentáveis. Essa realidade deveria levar a todos, e especialmente os médicos, a repensar seus sistemas de crenças.

Por: Dr. Gary G. Kohls, M.D.

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Fontes:
Buscando la Verdad: La estafa de la vacuna del papiloma: el riesgo de efectos secundarios es más alto que el riesgo de cáncer de cuello uterino
– Argentina sin Vacunas: La estafa de la vacuna del papiloma: el riesgo de efectos secundarios es más alto que el riesgo de cáncer de cuello uterino
– Vaccine Impact: Gardasil Vaccine Hoax: Vaccine Side Effect Risks Higher than Cervical Cancer Risks
– Reader: Gardasil and Cervical Cancer: A Hoax in the Making?

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2 Comments

  • Luciana Goncalves de Souza disse:

    Tomei a vacina hn1 e quase morrie meu vizinho faleceu eu não confio em novas vacinas acredito q só querem ganhar e não permiti darem essa vacina em minha filha nem em minha sobrinha ja q somos uma familia de muitos casos auto imune e p que tomar algo q acabe c a vida de quem esta bem? e se ficar ruim ninguem assume q foi responsavel

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  • Flávia disse:

    Acho que pensar faz bem! Tenho três filhas e jamais serão vacinadas, a indústria de medicamentos e médicos irresponsáveis nos fazem crer que nosso sistema imunológico não funciona, faço da alimentação um aliado na busca da verdadeira saúde.
    Não sejam massa de manobra, leiam sobre, não justifica o risco, além do que quem faz sexo tem q usar preservativos.

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