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Como o oleo de Coco Pode Salvar o Cerebro do AlzheimerA internet adora uma boa história de recuperação através da “cura natural”. Por exemplo, quando a Dra. Mary Newport, MD, reverte drasticamente os sintomas da doença de Alzheimer do marido depois de apenas duas semanas de adição de óleo de coco à sua dieta, milhares entusiasticamente compartilham a história. Mas apesar de sua popularidade, as histórias raramente resistem a passagem do tempo, nem ao escrutínio da comunidade médica, pelo menos não como uma pesquisa experimental publicada em revistas biomédicas revisada por pares.

Mais uma razão para celebrar um novo estudo promissor que em breve será publicado no Journal of Alzheimer’s Disease, intitulado “Óle.o de coco atenua os efeitos da amiloide-β em neurônios corticais In Vitro” [I].   O estudo dá novo apoio experimental a um conjunto de relatos de que o óleo de coco pode aliviar e/ou fazer regredir o déficit cognitivo associado com o envelhecimento e doenças neurodegenerativas, tais como o Alzheimer e o mal de Parkinson.

Os médicos pesquisadores da Memorial University of Newfoundland, St. John, NL, Canadá, realizaram um estudo piloto para investigar os efeitos da suplementação de óleo de coco diretamente sobre os neurônios corticais tratados com o peptídio beta amiloide (βA) in vitro. O peptídio beta amiloide é o principal componente de certos depósitos que foram encontrados no cérebro de pacientes com a doença de Alzheimer que se acredita contribuir para a doença.

Os pesquisadores observaram que um ensaio clínico recente, o qual relatamos em nosso artigo “[Estudo] Gorduras TCMs Encontradas no Óleo de Coco Estimulam a Função Cerebral em uma Única Dose“, relatou melhorias significativas em pacientes com doença de Alzheimer, entre 45 e 90 dias de tratamento com triglicerídeos de cadeia média do óleo de coco. Eles apontam que este estudo levou à comercialização do  “alimento medicinal” aprovado pela FDA, caprylidene (nome comercial Axona), mas o público tem demonstrado maior interesse no próprio óleo de coco como uma potencial terapia, devido à sua muito maior acessibilidade e disponibilidade.

Os pesquisadores procuraram testar a hipótese de que o óleo de coco é benéfico para as condições neurodegenerativas usando um modelo de célula. Os neurônios vivos de rato foram expostos a várias combinações de peptídio beta amiloide e ao óleo de coco, com o resultado de que o peptídio beta amiloide reduziu a sobrevivência dos neurônios e o coco protegeu contra esta redução induzida com beta amiloide em tempo de sobrevivência. Os pesquisadores observaram que os neurônios beta amiloide tratados com o óleo de coco pareceram “mais saudáveis”, e que o óleo de coco “resgatou” os neurônios submetidos à beta amiloide do dano mitocondrial causado por sua toxicidade. Os pesquisadores observaram que o óleo de coco preveniu as alterações induzidas pela beta amiloide em tamanho e circularidade mitocondrial. Estes resultados têm grande significado, uma vez que a função de mitocôndrias é frequentemente comprometida nos cérebros de pacientes com a doença de Alzheimer.

De acordo com os pesquisadores, “A lógica para a utilização do óleo de coco como uma terapia potencial [para a doença de Alzheimer] está relacionada com a possibilidade de que ele poderia ser metabolizado a corpos cetônicos que iriam proporcionar uma fonte alternativa de energia para os neurônios, e, assim, compensar a disfunção mitocondrial.” Os pesquisadores propuseram que os corpos cetônicos formados como um produto secundário do metabolismo do óleo de coco podem compensar a insuficiência da função mitocondrial induzida pela beta amiloide e, assim, o metabolismo da energia. Considerando que o triglicérido de cadeia média encontrado no coco conhecido como ácido caprílico atravessa a barreira sangue-cérebro, e recentemente se descobriu que possui poder anti-convulsivante, além dos efeitos cetogênicos, o óleo de coco provavelmente tem um efeito neuro-protetor. [ii]

Os pesquisadores concluíram: “Os resultados deste estudo piloto fornece uma base para uma pesquisa mais aprofundada dos efeitos do óleo de coco, ou seus constituintes, na sobrevivência neuronal com ênfase nos mecanismos que podem estar envolvidos.”

Claramente, uma das formas que o óleo de coco pode ‘resgatar’ os cérebros de pacientes com Alzheimer é abordando o distúrbio metabólico no cérebro associado com a condição, ou o que é conhecido como “diabetes tipo 3”. Uma vez que o cérebro envelhece, torna-se cada vez mais resistente à insulina e, portanto, incapaz de usar a glicose de forma eficiente para atender suas necessidades energéticas significativas – daí a metáfora “diabetes tipo 3”. Felizmente, a natureza desenvolveu uma fonte alternativa de combustível para o cérebro que é independente da utilização de glucose e o sistema de sinalização de insulina, ou seja, a utilização de corpos cetônicos. O óleo de coco fornece o substrato para a produção imediata destes corpos cetônicos, permitindo que quantidades significativas sejam produzidas em questão de poucos minutos após a ingestão. Esta restauração metabólica da função pode explicar porque têm sido observados inúmeros casos de recuperações notáveis ​​na função cognitiva e memória.

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Coloque a ciência de lado por um momento, o coco, assim como as nozes, ambos obedecem a chamada “doutrina das assinaturas”. Ambos os alimentos são envoltos por uma concha esqueleto, e contêm internamente uma “carne” rica em ácido graxo que alimenta o órgão – o cérebro – eles se assemelham. Poderia a poesia de nossa experiência direta nos dizer algo sobre o valor que este alimento tem para o nosso cérebro, ou devemos continuar agnósticos e com grande prudência incorporando uma abordagem de “alimento como um remédio” até que os homens de jaleco branco, e as forças econômicas poderosas por trás deles estejam dispostos a desembolsar milhões, se não bilhões de dólares, para “provar” em estudo randomizado, com dupla ocultação, controlado por placebo, moldando algo que provavelmente já sabemos que é verdade?

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Referências:

[i] Firoozeh Nafar, Karen M Mearow. Óleo de coco atenua os efeitos da amiloide-β em neurônios corticais In Vitro.

[ii] Wlaz P, Socala K, Nieoczym D, Luszczki JJ, Zarnowska 296 I, Zarnowski T, Czuczwar SJ, Gasior M (2012) Anticon- 297 vulsant profile of caprylic acid, a main constituent of the 298 medium-chain triglyceride (MCT) ketogenic diet, in mice. 299 Neuropharmacology 62, 1882-1889.

Leia mais:


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[Estudo] Gorduras TCMs Encontradas no Óleo de Coco Estimulam a Função Cerebral em uma Única Dose

Fontes:
[Estudo] Coconut oil attenuates the effects of amyloid-β on cortical neurons in vitro
Green Medinfo: How Coconut Oil May Rescue The Brain From Alzheimer’s Disease

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