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Sulfato de HidrazinaA seguinte informação provém do brilhante livro de Daniel Haley, intitulado “Politics in Healing: The Suppression and Manipulation of American Medicine” (tradução livre: “Politicagem na Cura): a Supressão e Manipulação da Medicina Americana”). Haley narra como em 1991, um ensaio clínico da medicina mais inovadora e “alternativa” contra o câncer, o sulfato de hidrazina, foi manipulado.

Manipulado para falhar.

O sulfato de hidrazina era um medicamento espetacularmente promissor, que havia mostrado bons resultados em ensaios realizados no hospital Harbor/UCLA e na Rússia.

Por essa razão, o Instituto Nacional do Câncer (NCI) se sentiu obrigado a aprovar o medicamento. Mas havia um problema.

O inventor do medicamento, o Dr. Joseph Gold, havia descoberto que o sulfato de hidrazina poderia provocar efeitos muito perigosos se os pacientes estivessem tomando outros medicamentos, especialmente tranquilizantes. Por essa razão, foram realizadas várias advertências ao NCI antes de que começassem a realizar os testes. As advertências foram explícitas: os pacientes poderiam morrer se tomassem com tranquilizantes.

Mas descobriu-se que nenhum dos pacientes do NCI foram advertidos disto. Descobriu-se que 94% dos pacientes, de fato, receberam tranquilizantes.

Barry Tice, pesquisador da Oficina de Contabilidade Geral dos EUA (GAO), inspecionou o ensaio do NCI com sulfato de hidrazina após este ter acabado. Ele chamou o  Dr. Gold e lhe contou o que havia descoberto. Havia um memorando interno do NCI que mostrava que o NCI estava muito consciente dos problemas que implicava a combinação dos medicamentos.

Mas a GAO não apoiou seu próprio pesquisador. O relatório final da GAO sobre os ensaios clínicos do NCI sobre o sulfato de hidrazina, simplesmente acusaram o NCI de descuido nos registros.

Na edição de junho de 1995 da revista “Journal of Clinical Oncology”, publicou uma carta do NCI. A carta dizia que o NCI havia omitido a menção, em seu próprio relatório anterior publicado sobre seu estudo sobre o câncer, que 94% dos seus pacientes estavam tomando tranquilizantes. Mas, devido a esta carta não mencionar o quão perigosa era essa situação, parecia que o NCI simplesmente admitia um erro técnico e sem importância. Um mero erro administrativo.

Então, o que aconteceu com os pacientes do estudo do NCI sobre o o sulfato de hidrazina?

Os resultados foram suprimidos. Mas o NCI chegou a conclusão que o sulfato de hidrazina era ineficaz.

O medicamento, o sulfato de hidrazina, um concorrente da quimioterapia, foi eliminado. O sulfato de hidrazina é uma substância barata, facilmente disponível e não patenteável. Não havia possibilidade de lucro com ela.

Você acha que esta história pulou para as primeiras páginas dos principais jornais dos Estados Unidos? Você acha que os “grandes homens” do mundo da televisão cobriram a história com a ênfase que o fato merecia?

Claro que não.

A história foi descoberta originalmente e publicada na Penthouse, pelo repórter Jeff Kamen, que deveria ter ganho um prêmio Pulitzer por ela. Mas não ganhou nada.

(Nota importante: Existem outras substâncias e alimentos que são incompatíveis com o sulfato de hidrazina e que podem causar grandes danos e inclusive a morte.)

Mas há mais nesta história incrível. A esposa do editor da Penthouse, Bob Guccione, chama Kathy Keeton, que foi a fundadora da revista Longevity, uma revista que era parte do império Guccione, foi diagnosticada com um “galopante câncer de mama“, em 1995. Deram à ela 6 semanas de vida.

Ela recusou a quimioterapia e se tornou o caso de uma figura MUITO pública que tomou sulfato e hidrazina em seu lugar.

Ela também escolheu a radiação para reduzir um dos muitos tumores – um crescimento em seu duto biliar.

O Dr. Gold disse que as doses de radiação deveriam ser pequenas, porque o sulfato de hidrazina aumentaria o efeito da radiação. No entanto, o radiologista deu a ela a dose completa, queimando o fígado e causando danos posteriores.

No entanto, no final Keeton se recuperou. De fato, um ano após a data em que o médico tinha dito que ela deveria morrer, seu câncer havia desaparecido completamente.

O tratamento com sulfato de hidrazina foi portanto um sucesso notável.

Guccione publicou anúncios na Penthouse, perguntando a familiares de vítimas falecidas no experimento do NCI, para se apresentarem e se unirem em uma ação coletiva contra o NCI.

Guccione estima que tenha havido 600 vítimas no teste clínico do NCI.

Em outubro de 1997, Kathy Keeton ingressou em um importante hospital de Nova York para submeter-se a uma cirurgia. Essa operação não tinha nada a ver com o câncer. Mas houveram complicações durante a intervenção e ela morreu.

No entanto a maior parte da opinião pública assumiu que ela havia sucumbido ao câncer.

E isso tornou-se uma “prova” de que o sulfato de hidrazina não funcionava.

Como era de se esperar, a FDA (Food and Drug Administration) nos EUA entrou em cena. Em 23 de abril de 1998 a agência federal invadiu as instalações de um distribuidor de sulfato de hidrazina, chamado Great Lakes Metabolic, em Rochester, Minessota. Posteriormente, no ano de 2000, a FDA fechou a empresa que fornecia o sulfato de hidrazina à Great Lakes Metabolics, e a Great Lakes saiu do negócio.

Em 1996, quando o sulfato de hidrazina ainda não se encontrava no centro de atenção pública, o Dr. Gold afirmou que recebeu 20 chamadas telefônicas em um único dia de médicos do Sloan Kettering, o centro médico número um a nível mundial na investigação e no tratamento da quimioterapia. Segundo Gold, esses médicos queriam obter o sulfato de hidrazina às escondidas para seus pacientes.

O Dr. Gold declarou que aproximadamente 2/3 dos pacientes eram familiares dos médicos. E seis destes médicos haviam negado fornecer sufato de hidrazina a outros pacientes no Sloan Kettering.

A frase, escória da Terra, vem à mente.

Em seu livro, Haley oferece uma dezena de testemunhos de pacientes tratados co sulfato de hidrazina. São casos anedotais, evidentemente, mas não notáveis.

Por exemplo: “Oncologista relatou hoje. Não foram encontrados rastros de câncer em nenhuma parte, depois de dois meses de tratamento com sulfato de hidrazina e suplementos vitamínicos e minerais. Os médicos não tem ideia de como o câncer desapareceu;

Outro exemplo: “Sete semanas com tratamento de sulfato de hidrazina. As lesões cerebrais e pulmonares despareceram”.

Outro exemplo: “Eu comprei um pouco de sulfato de hidrazina para a minha irmã há duas semanas. É muito cedo para dizer ainda, mas por enquanto, ela passou de estar à beira da morte em um hospital submetida a quimioterapia, para acampar, pescando com sua vara de pescar“.

Mas não se engane: o sulfato de hidrazina não é uma panaceia.

Os estudos sobre o sulfato de hidrazina realizados em Harbor/UCLA e na Rússia mostraram que nem todos os pacientes foram curados.

Existem questões sobre os protocolos também, já que alimentos comuns, como por exemplo as passas, são incompatíveis com o sulfato de hidrazina e não se sabe qual foi a alimentação dos pacientes.

Tão pouco há estudos bem realizados em pacientes com estágios iniciais de câncer, onde os resultados poderiam ser ainda melhores.

Mas há dados reveladores sobre o sulfato de hidrazina e sua história:

Uma sessão de quimioterapia convencional custa o suficiente para pagar 10 anos de tratamento com sulfato de hidrazina.

Em 1973 um médico com um paciente terminal de doença de Hodgkins procurou o Dr. Gold para obter ajuda. Gold recomendou um nível de dosagem. Em poucas semanas, o paciente se levantou e não morreu. Em outubro de 1973, os pacientes dos EUA, estavam sendo tratados com sulfato de hidrazina.

Dean Burke, chefe de química celular do NCI, disse em 1974 que o sulfato de hidrazina era o “fármaco mais notável que encontrei em minha experiência de 45 anos na  luta contra o câncer… e além disso, é barato“.

Em setembro de 1973, Sloan Ketterring (SK), o centro oncológico mais prestigiado do mundo, iniciou um estudo com sulfato de hidrazina em pacientes terminais. O médico principal, o doutor Manuel Ochoa, havia concordado em fornecer a cada paciente 60mg ao dia durante 3 dias, e  posteriormente 60mg 3 vezes ao dia. Mas o Dr. Gold averiguou que Ochoa havia mudado drasticamente o protocolo. Havia dado 1mg no primeiro dia, em seguida 2mg no segundo dia e assim sucessivamente, até chegar ao limite de 30mg, exceto em alguns casos que na realidade administrou aos pacientes quantidades entre 120 e 190mg, uma sobredose diária brutal.

Em 1975, Sloan Kettering, anunciou que o sulfato de hidrazina não tinha valor algum.

Após isto, o Dr. Gold realizou um estudo para Calbiochem, uma companhia farmacêutica. O resultado foi que 70% dos 84 pacientes ganharam peso e sentiram menos dor. 17% dos pacientes mostraram regressão do tumor ou uma estabilização de sua condição durante um ano.

Em 1975, pesquisadores russos publicaram os resultados positivos em estudo sobre o sulfato de hidrazina.

Em 1976, a Sociedade Americana do Câncer  (ACS) colocou o sulfato de hidrazina em sua temida lista negra de tratamento ‘não aprovados’ para o câncer. A ACS não mencionou que possuía 50% de um medicamento contra o câncer altamente tóxico, chamado 5FU, cujo concorrente seria o sulfato de hidrazina.

Em 1978, a FDA já havia tomado medidas enérgicas contra o sulfato de hidrazina. 5.000 pacientes nos EUA receberam tratamento com sulfato de hidrazina. A FDA declarou falsamente que o sulfato de hidrazina causava toxidade na medula óssea.

Mas de fato, a quimioterapia convencional, aprovada pela FDA, destrói a medula óssea…

Voltamos a repetir: o sulfato de hidrazina, não é uma panaceia contra o câncer, nem perto disto. De fato, mal administrado ou em combinação com determinados medicamentos, substâncias ou alimentos, pode tornar-se extremamente tóxico e mortal.

No entanto, poderia ter se convertido em uma promissora e barata alternativa na  luta contra o câncer… se não tivesse sido sistematicamente boicotado.

Leia mais:

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Fontes:
Periodismo Alternativo: Así eliminaron un prometedor tratamiento contra el cáncer
El Robot Pescador: Así eliminaron un prometedor tratamiento contra el cáncer
– Jon Rappoport: Deleting a promising cancer treatment

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