Notícias Naturais
Share on Facebook0Tweet about this on TwitterShare on Google+0Email this to someone
estudo vacinaEstudo realizado na Universidade de Kobe no Japão demonstra que a repetida aplicação de antígenos através de vacinas causa, a partir da oitava aplicação, uma super-estimulação do sistema imunitário, levando a doenças auto-imunes.

Há relatos de estudos epidemiológicos confirmando suspeitas de que aqueles que são vacinados muitas vezes tem a saúde comprometida a longo prazo, comparado com aqueles que não são vacinados.

Mas o como e o porquê disto nunca fez parte de estudos controlados com animais de laboratório, até este estudo de 2009 na Universidade de Kobe, no Japão.

Este estudo foi relatado e revisados ​​por pares (peer-reviewd) no PLoS Open Journal no final de 2009, mas recebeu pouca ou nenhuma atenção do público. Ele foi trazido à atenção do público muito recentemente pela homeopata e escritora Heidi Stevenson em seu blog Saúde Gaia.

Resumo do estudo japonês

Aqui está a conclusão retirada do estudo da Universidade de Kobe:

A auto-imunidade sistêmica parece ser a consequência inevitável do excesso de estimulação do sistema imune do hospedeiro, através da repetida imunização com antígeno, a níveis que superam nível crítico da capacidade de se auto-organizar do sistema.” (Grifo nosso).

O objetivo inicial deste estudo, que foi financiado de forma independente, era de compreender como as doenças auto-imunes se desenvolvem, e não havia nenhuma intenção de se provar o perigo ou segurança da vacinação.

Os pesquisadores usaram ratos que foram criados para evitar doenças auto-imunes e os injetou com soluções que continham antígenos. Antígenos geram anticorpos para proteger contra a invasão de organismos patogênicos, e os anticorpos podem voltar-se contra o hospedeiro se começarem a se gerar sozinhos (Nota: auto-gerados no original), causando doenças auto-imunes.

Uma vacinação injeta antígenos, cultivados de vírus enfraquecidos ou mortos, para criar uma resposta imune de anticorpos para esse antígeno, supostamente para a criação de imunidade contra a doença em questão.

Não é muito incomum que as tempestades de citocinas (reações exageradas do sistema imunológico) causem danos a quem foi vacinado. Reações adversas da vacina já causaram danos de invalidez permanente, desordem do espectro do autismo, ou até morte, mais frequentemente do que divulgado publicamente.

Os pesquisadores de Kobe injetaram em ratos repetidamente com antígenos, da mesma forma como as vacinas são administradas a lactentes e crianças, sendo que estes ratos foram criados para não desenvolver doenças auto-imunes, a fim de estudar como um sistema imunológico estaria ligado a doenças auto-imunes.

Eles estavam forçando o sistema imunológico dos ratos para ver até onde aguentariam. Como antígeno injetado foi utilizado o Staphylococcus entertoxin B (SEB).

O relatório do estudo não mencionou o uso de quaisquer adjuvantes, como o esqualeno, utilizado pela primeira vez no Brasil na vacina H1N1, ou conservantes tóxicos, como mercúrio, alumínio e formaldeído, usados ​​em vacinas. Os antígenos foram utilizados sem os aditivos tóxicos normalmente utilizados em vacinas.

Depois de sete injeções, os ratos se recuperaram toda vez com seus sistemas imunológicos intactos. Porém, após a oitava injeção, começaram a surgir problemas com as células-chave da imunidade.

As células danificadas foram observados ao microscópio e mostraram sinais de auto-imunidade precoce. Após repetidas inoculações do antígeno, seus sistemas imunológicos haviam começado a gerar automaticamente anticorpos para reações auto-imunes.

Conclusão

Este estudo deve colocar de molho a noção de que vacinas “verdes”, sem os aditivos tóxicos normalmente encontrados nas vacinas, faria o calendário de vacinação infantil de cerca de 40 vacinas até os 18 meses de idade mais fácil de aceitar.

Os testes em animais em Kobe demonstraram como reações auto-imunes foram criadas em consequência das repetidas inoculações do antígeno, apenas com intervalos de tempo suficiente entre cada injeção para permitir recuperações completas, o que nem sempre acontece no calendário vacinal.

Doenças auto-imunes têm aumentado em quantidade e variedade à medida que o calendário de vacinação infantil aumentou e mais vacinas foram disponibilizadas para as indefesas crianças. Mesmo doenças infecciosas em que as vacinas deveriam supostamente imunizar, aparecem entre os vacinados com mais frequência do que é admitido publicamente.

A base de criação da imunidade, mesmo com a vacinação “verde”, é pior do que falsa, ela pode comprometer a saúde.

Participe da discussão no Fórum Notícias Naturais.

Fontes:
– [ESTUDO] PLOS ONE: Self-Organized Criticality Theory of Autoimmunity
Gaia: Vaccinations Inevitably Cause Autoimmune Diseases: PLoS Study
Natural News: The most damning vaccination study not publically disclosed to date

Share on Facebook0Tweet about this on TwitterShare on Google+0Email this to someone

Posts relacionados:

2 Comments

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Close
Suporte nosso site
Social PopUP by SumoMe