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Vacina Contra Gripe Suína Deixa 800 Jovens com Doença Incurável. E no BrasilOs leitores antigos do blog Anti-NOM devem se lembrar sobre a cobertura completa que fizemos sobre a chamada “pandemia da gripe suína” e suas vacinas, onde mostrávamos algumas verdades que a mídia nacional, juntamente com as “autoridades” da saúde, insistiam em esconder. Algumas de nossas publicações e denúncias agora começam a ser aceitas pela mídia corporativa.

No artigo que saiu no Estadão (retirado de um outro artigo da agência Reuters), copiado abaixo, mostra como centenas de crianças estão apresentando um quadro grave de narcolepsia, e que até mesmo o pesquisador contratado pela GSK reconhece que a vacina Pandemrix foi a causa do aumento de casos. Sobre a ligação entre a vacina contra a gripe suína e a narcolepsia em particular, já havíamos publicado em outubro de 2010 uma notícia sobre a Finlândia ter suspendido a vacinação após um grande aumento de casos de narcolepsia, isto a mais de 2 anos…

De acordo com uma matéria de um jornal português: “Os cientistas ainda estão a pesquisar o que, na vacina, pode deflagrar a doença. Alguns sugerem que é o adjuvante, chamado de AS03“. O AS03 é um adjuvante baseado no esqualeno, que estava proibido e foi autorizado a ser utilizado na vacina contra a gripe suína. Interessante também é que é a própria GSK que está financiando o estudo que irá concluir se há ou não ligação entre a vacina e os casos de narcolepsia. Hummm, sei…

Achei interessante a afirmação na matéria do estadão de que “O Ministério da Saúde afirma que essa vacina não foi utilizada no Brasil“, mas não falou que a que foi aplicada no Brasil contém o mesmo adjuvante AS03 que se suspeita ser o causador da narcolepsia. De acordo com minhas pesquisas anteriores, a GSK foi sim uma das fornecedoras de vacina para o vírus H1N1 no Brasil. Esta notícia mostra que a GSK vendeu mais de 40 milhões de vacinas para o Brasil, e este Diário da União mostra que as vacinas foram adquiridas da ID BIOMEDICAL CORPORATION OF QUEBEC, uma subsidiária da farmacêutica britânica GSK desde 2005. Neste estudo, que fala das vacinas contra gripe AH1N1 aplicadas no Brasil, mostra que a vacina da GSK no Brasil é a AREPANRIX e que esta também contém o mesmo adjuvante esqualeno AS03:

(Vacina Influenza A (H1N1)/2009  (AREPANRIX)  – vírus like-v,  com 3,75 mcg de hemaglutinina/dose de 0,5ml, produzida pelo LABORATÓRIO GLAXO SMITHKLINE, com adjuvante AS03 (composto de esqualeno 3, DL-atocoferol e polissorbato 80). Frascos com 10 doses de 0,5ml, contendo como excipiente: Tiomersal (45mcg/dose 0,5ml), cloreto  de sódio, fosfato de sódio dibásico, fosfato de potássio monobásico, cloreto de potássio e água)

Interessante ainda que nenhum veículo de comunicação no Brasil (até onde pude ver) citou o fato de que o artigo original da Reuters informava de que um estudo estava sendo feito com a vacina da GSK utilizada no Brasil (Arepanrix). Também deixaram de informar partes do artigo original, onde

A GSK está financiando um estudo no Canadá, onde sua vacina com adjuvante Arepanrix, semelhante a Pandemrix, foi usada durante a pandemia de 2009-2010. O estudo não será concluída até 2014, e alguns especialistas temem que ele pode não lançar muita luz já que as vacinas eram semelhantes, mas não exatamente a mesma.

Para se ter uma ideia do problema causado por esta doença veja a descrição dos efeitos nesta garota de apenas 14 anos (traduzido da matéria do Reuters): “Emelie Olsson é atormentada por alucinações e pesadelos. Quando ela acorda, ela está muitas vezes paralisada, incapaz de respirar corretamente ou pedir ajuda. Durante o dia, ela mal consegue ficar acordada, e muitas vezes falta à escola ou deixa de se se divertir com os amigos. Ela tem apenas 14 anos, mas às vezes ela se pergunta se sua vida vale a pena viver.”

Emilie precisa de um coquetel de drogas para tentar controlar os sintomas da narcolepsia. O estimulante Ritalina e o remédio para dormir Sobril são prescritos para a sonolência diurna e terrores noturnos de Emelie. Depois, há o Prozac para tentar estabilizá-la e limitar suas cataplexias (atonia muscular súbita que provoca a queda do doente, que fica consciente, mas incapaz de falar ou de se mexer, o que é uma experiência assustadora.).

“Isso é uma das coisas que me faz sentir muito desconfortável”, explica ela. “Antes de eu ter esta doença eu não tomava pílulas, e agora eu tenho que tomar muitas -.. Talvez para o resto da minha vida. Não é bom tomar tantas medicações, especialmente quando você sabe que elass têm efeitos colaterais”

Bem, e no Brasil? Seria interessante ver algum estudo sobre a incidência desta doença no Brasil, tendo em vista que 40 milhões de pessoas foram vacinadas com uma vacina similar do mesmo fabricante.

Estadão: Vacina deixa 800 jovens com doença incurável (link)

Pelo menos 800 crianças na Europa desenvolveram narcolepsia, desordem incurável do sono, após receberem em 2009 a vacina Pandemrix, da britânica GlaxoSmithKline (GSK), contra a gripe suína. A doença causa sonolência profunda. Aumentos expressivos nos casos de narcolepsia foram observados em países como Suécia, Finlândia, Noruega, Irlanda, França e Grã-Bretanha. A agência de vigilância da Europa decidiu que a Pandemrix não deverá mais ser usada em pessoas com menos de 20 anos.

O chefe de vacinas da GSK disse que a farmacêutica “está comprometida a investigar as causas”, mas acrescenta que não há dados para comprovar uma ligação de causalidade entre a vacina e os surtos de narcolepsia.

Mas outros, entre eles Emmanuel Mignot, especialistas em narcolepsia que está sendo pago pela GSK para investigar o caso, afirmam que, apesar da necessidade de mais pesquisas, as evidências apontam para essa conclusão. “Não tenho dúvidas de que a Pandemrix aumentou a ocorrência de narcolepsia em crianças”, disse Mignot, da Universidade de Stanford.

A Pandemrix foi dada a 30 milhões de pessoas em 47 países durante a pandemia mundial de gripe suína de 2009-2010. Os primeiros casos de narcolepsia em pessoas que receberam o imunizante começaram a ser detectados em agosto de 2010.

Uma dessas pessoas é a sueca Emelie Olsson, hoje com 14 anos, que vem sofrendo com pesadelos e alucinações e tem grande dificuldade de ficar acordada, chegando a perder aulas e atividades sociais.

Os cientistas não sabem como a vacina e os surtos estão ligados nem se há suscetibilidade genética em algumas pessoas que facilite o desenvolvimento da enfermidade. O Ministério da Saúde afirma que essa vacina não foi utilizada no Brasil.

Diário Digital: Doença do sono incurável afecta 800 crianças que tomaram vacina contra H1N1 (link)

Cerca de 800 crianças europeias desenvolveram narcolepsia – uma doença incurável que causa crises de sono incontroláveis durante o dia – após terem recebido a vacina Pandemrix, contra o vírus da gripe H1N1 («gripe suína»), produzida pela GlaxoSmithKline.

A jovem Emelie Olsson, de 14 anos, é uma delas. Ela tem dificuldade em manter-se acordada durante o dia e perde aulas com frequência por causa do problema. Ao acordar, por vezes fica paralisada, com falta de ar e sem conseguir pedir ajuda. Além disso, tem pesadelos e alucinações.

Países como a Finlândia, a Noruega, a Irlanda e a França também registaram um aumento nos casos de narcolepsia em crianças após a implementação da vacina. Por causa disso, a agência reguladora de remédios europeia decidiu restringir o uso da vacina em jovens abaixo dos 20 anos.

O médico responsável pela área de vacinas da GlaxoSmithKline, Norman Begg, afirmou que a companhia está comprometida em solucionar a questão, mas também disse que ainda não há uma evidência científica suficiente para associar a vacina à doença.

Já para o médico Emmanuel Mignot, da Universidade de Stanford (EUA), considerado um dos maiores especialistas em narcolepsia do mundo, não há dúvidas de que a vacina fez aumentar a ocorrência de narcolepsia. Mas ele concorda que ainda é preciso fazer mais pesquisas.

Mais de 30 milhões de pessoas de 47 países receberam a vacina da Glaxo entre 2009 e 2010. A companhia diz que 795 pessoas foram diagnosticadas com narcolepsia na Europa desde o início do uso da vacina.

Os cientistas ainda estão a pesquisar o que, na vacina, pode deflagrar a doença. Alguns sugerem que é o adjuvante, chamado de AS03. Outros, que é o próprio vírus H1N1 o responsável por causar narcolepsia em pessoas geneticamente predispostas.

Mas os especialistas concordam que é preciso cautela para não gerar pânico na população. «Ninguém quer ser o próximo Wakefield», disse Mignot, referindo-se ao médico britânico Andrew Wakefield, que perdeu a sua licença após ter associado a vacina contra sarampo, papeira e rubéola ao autismo.

Equipas independentes já publicaram estudos revistos por outros especialistas na Suécia, na Finlândia e na Islândia. Todos eles mostraram que o risco de narcolepsia aumentou de sete a 13 vezes entre as crianças que tomaram a vacina, em comparação com as que não tomaram.

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Fontes:
Estadão: Vacina deixa 800 jovens com doença incurável
Diário Digital: Doença do sono incurável afecta 800 crianças que tomaram vacina contra H1N1
Reuters: Insight: Evidence grows for narcolepsy link to GSK swine flu shot

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