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Aborto: Holocausto silencioso

15 de março de 2010
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Dica de Homem Risonho

Por Gianna Jessen:

Eu sou adotada, e minha mãe biológica tinha 17 anos assim como meu pai biológico.

Ela tinha 07 meses e meio de gravidez quando decidiu ir para a Planned Parenthood que é a maior rede de clinicas de aborto do mundo e eles a aconselharam a ter um aborto de final de gestação através de envenenamento salino que é uma solução salina que é injetada no útero da mãe. O bebê engole essa solução, ela queima o bebê por dentro e por fora e ela faz expelir o bebê dentro de 24 horas. E para a grande e chocante surpresa de todos, eu não saí morta, mas viva, dia 06 de abril de 1977 em uma clínica de aborto em Los Angeles.

O que é fantástico nisso, sobre a hora perfeita de minha chegada é que o abortista ainda não estava no trabalho, então sequer ele teve a oportunidade de continuar com seu plano para a minha vida, que era a morte.

E eu sei que estou em um prédio público, por sinal muito bonito e eu amo seu país, assim como amo o meu próprio. Mas eu sei que na era em que vivemos não é, de modo algum, politicamente correto dizer o nome de Jesus Cristo em lugares como esse, traze-lo para esses tipos de reuniões, porque seu nome pode fazer as pessoas se sentirem terrivelmente desconfortáveis.

Mas eu não sobrevivi para fazer todo mundo se sentir confortável. Eu sobrevivi para mexer um pouco com as coisas. E eu gosto muito de fazer isso. Então nasci viva, como já disse, depois de 18 horas eu devia estar cega, eu devia estar queimada, eu devia estar morta.

Mas eu não estou!

Sabe qual foi o fantástico reconhecimento disso? Foi o fato de que o abortista teve que assinar minha certidão de nascimento. Então eu sei quem ele é. E nos meus registros médicos também diz, para qualquer cético ver, “nascida durante aborto por envenenamento salino”.

Há!

Eles não venceram!

Fiz algumas pesquisas sobre o homem que fez o aborto em mim, e suas clínicas formam a maior rede de clínicas dos Estados Unidos. Eles faturam 70 milhões de dólares por ano. Eu lembro que ele disse em uma citação dele que li há algum tempo atrás, anos atrás, e ele disse:

“Eu abortei cerca de um milhão de bebês e considero isso a minha paixão”

Eu falo essas coisas, porque, escutem senhoras e senhores. Nós estamos em uma guerra interessante quer percebamos ou não, nesse mundo é uma batalha entre a vida e a morte.

De que lado vocês estão?

Então uma enfermeira chamou a ambulância e me transferiu para um hospital, o que é absolutamente miraculoso. Geralmente, a prática na época, até 2002 em meu país era terminar com a vida de um sobrevivente do aborto por estrangulação, sufocamento, deixando o bebê morrer ou jogar o bebê fora.

Mas em 05 de agosto de 2002, meu extraordinário presidente Bush assinou a lei, o Ato de Proteção da criança nascida viva para que isso não ocorresse mais. Vocês vêem…

Estamos falando de coisas sérias, estamos falando….Eu quero dizer, eu estou esperando ser odiada até a hora da minha morte, para que eu possa sentir Deus e entender o que foi ser odiado, eu quero dizer, Ele foi odiado, Cristo foi odiado!

E não é que eu queira ser odiada, mas eu sei da minha jornada, eu sei que eu já sou odiada porque eu declaro a vida, eu digo: “Vocês não me pegaram, o holocausto silencioso não venceu sobre mim”.

E minha missão, senhoras e senhores, entre muitas coisas, é essa, infundir a humanidade em um debate que simplesmente compartimentalizamos e colocamos de lado e dizemos que é só um “assunto”. Nós removemos nossas emoções, nos tornamos “duros”.

Vocês realmente querem isso?

O quanto vocês estão dispostos a lutar e o quanto estão dispostos a arriscar para falar a verdade no amor, e cordialmente, e ficar de pé e ao menos estar disposto a ser odiado ou será que no final do dia tudo diz respeito só a você? Ou a mim?

E então, depois disso eu fui colocada em uma creche para adoção de emergência onde eles decidiram que não gostavam muito de mim e como digo, carinhosamente, eu não sei como vocês podiam não me adorar desde o começo. O que tinha de errado com essas pessoas?

Mas eles não gostavam de mim. Vocês vêem como eu fui odiada desde a concepção por tantos e amada por muitos mais, mas especialmente por Deus, eu sou a menina Dele, você não brinca com a menina de Deus. Eu tenho um aviso na minha testa que diz:

“É melhor ser legal comigo, porque meu Pai governa o mundo”.

Então, depois que fui colocada na casa provisória, fui tirada de lá e colocada e outra casa, uma linda casa, a casa de Penny. Ela disse que nessa época tinha 17 meses, pesava 14 quilos e diagnosticada com o que eu considero ser o dom da paralisia cerebral que foi causada diretamente pela falta de oxigênio no meu cérebro quando eu estava tentando sobreviver.

Agora, eu me sinto simplesmente compelida a dizer isso. Se o aborto diz respeito somente aos direitos da mulher, senhoras e senhores. Então quais são os meus direitos?

Não tinha nenhuma feminista radical gritando e reclamando meus direitos violados naquele dia. Na verdade minha vida estava sendo exterminada em nome dos direitos das mulheres. E, senhoras e senhores, eu não teria paralisia cerebral se não tivesse sobrevivido a isso. Então quando escuto o argumento horroroso e nojento de que temos que abortar só porque HÁ a possibilidade da criança nascer com deficiência. OH! O horror que toma conta do meu coração! Senhoras e senhores há coisas que vocês só poderão aprender com os mais fracos de nós. E quando vocês matam, são vocês que perdem, O Senhor olha por eles, mas serão vocês que sofrerão para sempre!

E que arrogância! Que absoluta arrogância e tem um argumento por tanto tempo nesse lugar humano em que vivemos que o mais forte deve dominar o mais fraco, deve determinar quem vive ou morre. A arrogância disso! Vocês não percebem que não podem fazer o seu coração bater?

Vocês não percebem que todo o poder que pensam possuir na verdade não possui nenhum! É a misericórdia de Deus que os mantém! Mesmo quando vocês o odeiam.

Então eles olharam para minha querida Penny e disseram: “Gianna nunca vai ser nada”, o que é sempre encorajador, e ela decidiu ignorá-los, e ela trabalhava comigo três vezes por dia e eu comecei a levantar a cabeça e eles disseram: “Gianna nunca isso, Gianna nunca aquilo”. Encurtando a estória.

Eu estava andando por volta dos três anos e meio com a ajuda de um andador e suporte para as pernas e eu estou de pé aqui hoje apenas mancando um pouco e sem andador ou suportes, sinto-me graciosa às vezes e muito feia às vezes dependendo da situação, mas eu vivo tudo pela glória de Deus.

Vocês vêem senhoras e senhores, eu sou mais fraca que a maioria de vocês, mas isso é o meu sermão. E que preço pequeno a se pagar para poder brilhar para o mundo como faço e oferecer esperança.

E eu acho que na nossa falta de compreensão do modo como as coisas funcionam, nós não compreendemos quanto o sofrimento pode ser belo, eu não estou pedindo por ele, mas quando ele vem, esquecemos…esquecemos que Deus está no controle e Deus tem o poder de tornar belas as coisas mais miseráveis.

Eu conheci a minha mãe biológica. Eu perdoei a minha mãe biológica.

Eu sou cristã.

Ela é uma mulher com o coração muito destroçado. Ela veio para um evento que eu estava fazendo há uns dois anos atrás, veio a mim, se apresentou e disse: “Olá, eu sou sua mãe”. Foi um dia muito difícil. E mesmo assim, enquanto estava enfrentando tudo isso, provavelmente vocês vão me achar estúpida, mas eu estava lá sentada e pensando:

“Eu não pertenço a você, eu pertenço a Cristo, eu sou a menina Dele e sou uma princesa. Então o que quer que você diga, em toda a sua raiva, frustração e visão distorcida. Não é meu para que eu guarde, não é meu para que eu carregue. E não carregarei”.

Estava dizendo tudo isso por dentro.

Então, senhoras e senhores, vocês tem uma oportunidade. Mas por um breve momento eu gostaria de falar diretamente aos homens desse auditório e fazer algo que nunca é feito.

Homens: Vocês são feitos para a grandeza, vocês são feitos para erguerem-se e serem homens, vocês são feitos para proteger as mulheres e as crianças e não ficarem passivos e virarem a cabeça quando sabem que o assassinato está acontecendo e não fazerem nada com relação a isso. Vocês não foram feitos para usar as mulheres e deixa-las sozinhas. Vocês são feitos para serem gentis, grandes, atenciosos, fortes e lutarem por algo. Porque homens me escutem, eu estou cansada demais para fazer o seu trabalho.

Mulheres: Vocês não são feitas para o abuso, vocês não foram feitas para sentar e não saber a sua dignidade e o seu valor. Vocês são feitas para que se lute por vocês para sempre.

Então sabendo agora de suas importâncias que tipo de pessoas vocês serão?

Eu acredito no extraordinário. Eu acredito que vocês, homens, se erguerão nessa ocasião para os políticos ouvindo, e particularmente para os homens, eu diria isso:

“Vocês são feitos para a grandeza, tal como os políticos por aí”.

Vocês são feitos para defender o que é certo e bom. Essa jovem garota ergue-se aqui e diz: “Agora é seu momento”.

Que tipo de homens vocês querem ser? Um homem obcecado com a própria glória ou um homem obcecado com a glória de Deus?

É hora de tomar uma posição. Essa é a sua hora. Deus vai lhes escutar, Deus vai estar com vocês, vocês tem a oportunidade de glorificar e honrar a Deus em 2010.

Eu vou só terminar com o seguinte, alguns de vocês podem estar um pouco irritados porque tudo o que eu faço é falar sobre Deus e Jesus, mas como eu posso ficar andando e mancando nesse mundo e não dar todo o meu coração, mente, alma e forças para Cristo que me deu vida?

Então se vocês pensam que sou uma tola é apenas uma jóia na minha coroa. Toda a minha intenção em viver aqui é fazer Deus sorrir. Espero que algo disso tenha feito sentido. Simplesmente veio do meu coração.

Deus os abençoe e mantenha.

Gianna Jenssen

Dica de Homem Risonho

Eu sou adotada, e minha mãe biológica tinha 17 anos assim como meu pai biológico.

Ela tinha 07 meses e meio de gravidez quando decidiu ir para a Planned Parenthood que é a maior rede de clinicas de aborto do mundo e eles a aconselharam a ter um aborto de final de gestação através de envenenamento salino que é uma solução salina que é injetada no útero da mãe. O bebê engole essa solução, ela queima o bebê por dentro e por fora e ela faz expelir o bebê dentro de 24 horas. E para a grande e chocante surpresa de todos, eu não saí morta, mas viva, dia 06 de abril de 1977 em uma clínica de aborto em Los Angeles.

O que é fantástico nisso, sobre a hora perfeita de minha chegada é que o abortista ainda não estava no trabalho, então sequer ele teve a oportunidade de continuar com seu plano para a minha vida, que era a morte.

E eu sei que estou em um prédio público, por sinal muito bonito e eu amo seu país, assim como amo o meu próprio. Mas eu sei que na era em que vivemos não é, de modo algum, politicamente correto dizer o nome de Jesus Cristo em lugares como esse, traze-lo para esses tipos de reuniões, porque seu nome pode fazer as pessoas se sentirem terrivelmente desconfortáveis.

Mas eu não sobrevivi para fazer todo mundo se sentir confortável. Eu sobrevivi para mexer um pouco com as coisas. E eu gosto muito de fazer isso. Então nasci viva, como já disse, depois de 18 horas eu devia estar cega, eu devia estar queimada, eu devia estar morta.

Mas eu não estou!

Sabe qual foi o fantástico reconhecimento disso? Foi o fato de que o abortista teve que assinar minha certidão de nascimento. Então eu sei quem ele é. E nos meus registros médicos também diz, para qualquer cético ver, “nascida durante aborto por envenenamento salino”.

Há!

Eles não venceram!

Fiz algumas pesquisas sobre o homem que fez o aborto em mim, e suas clínicas formam a maior rede de clínicas dos Estados Unidos. Eles faturam 70 milhões de dólares por ano. Eu lembro que ele disse em uma citação dele que li há algum tempo atrás, anos atrás, e ele disse:

“Eu abortei cerca de um milhão de bebês e considero isso a minha paixão”

Eu falo essas coisas, porque, escutem senhoras e senhores. Nós estamos em uma guerra interessante quer percebamos ou não, nesse mundo é uma batalha entre a vida e a morte.

De que lado vocês estão?

Então uma enfermeira chamou a ambulância e me transferiu para um hospital, o que é absolutamente miraculoso. Geralmente, a prática na época, até 2002 em meu país era terminar com a vida de um sobrevivente do aborto por estrangulação, sufocamento, deixando o bebê morrer ou jogar o bebê fora.

Mas em 05 de agosto de 2002, meu extraordinário presidente Bush assinou a lei, o Ato de Proteção da criança nascida viva para que isso não ocorresse mais. Vocês vêem…

Estamos falando de coisas sérias, estamos falando….Eu quero dizer, eu estou esperando ser odiada até a hora da minha morte, para que eu possa sentir Deus e entender o que foi ser odiado, eu quero dizer, Ele foi odiado, Cristo foi odiado!

E não é que eu queira ser odiada, mas eu sei da minha jornada, eu sei que eu já sou odiada porque eu declaro a vida, eu digo: “Vocês não me pegaram, o holocausto silencioso não venceu sobre mim”.

E minha missão, senhoras e senhores, entre muitas coisas, é essa, infundir a humanidade em um debate que simplesmente compartimentalizamos e colocamos de lado e dizemos que é só um “assunto”. Nós removemos nossas emoções, nos tornamos “duros”.

Vocês realmente querem isso?

O quanto vocês estão dispostos a lutar e o quanto estão dispostos a arriscar para falar a verdade no amor, e cordialmente, e ficar de pé e ao menos estar disposto a ser odiado ou será que no final do dia tudo diz respeito só a você? Ou a mim?

E então, depois disso eu fui colocada em uma creche para adoção de emergência onde eles decidiram que não gostavam muito de mim e como digo, carinhosamente, eu não sei como vocês podiam não me adorar desde o começo. O que tinha de errado com essas pessoas?

Mas eles não gostavam de mim. Vocês vêem como eu fui odiada desde a concepção por tantos e amada por muitos mais, mas especialmente por Deus, eu sou a menina Dele, você não brinca com a menina de Deus. Eu tenho um aviso na minha testa que diz:

“É melhor ser legal comigo, porque meu Pai governa o mundo”.

Então, depois que fui colocada na casa provisória, fui tirada de lá e colocada e outra casa, uma linda casa, a casa de Penny. Ela disse que nessa época tinha 17 meses, pesava 14 quilos e diagnosticada com o que eu considero ser o dom da paralisia cerebral que foi causada diretamente pela falta de oxigênio no meu cérebro quando eu estava tentando sobreviver.

Agora, eu me sinto simplesmente compelida a dizer isso. Se o aborto diz respeito somente aos direitos da mulher, senhoras e senhores. Então quais são os meus direitos?

Não tinha nenhuma feminista radical gritando e reclamando meus direitos violados naquele dia. Na verdade minha vida estava sendo exterminada em nome dos direitos das mulheres. E, senhoras e senhores, eu não teria paralisia cerebral se não tivesse sobrevivido a isso. Então quando escuto o argumento horroroso e nojento de que temos que abortar só porque HÁ a possibilidade da criança nascer com deficiência. OH! O horror que toma conta do meu coração! Senhoras e senhores há coisas que vocês só poderão aprender com os mais fracos de nós. E quando vocês matam, são vocês que perdem, O Senhor olha por eles, mas serão vocês que sofrerão para sempre!

E que arrogância! Que absoluta arrogância e tem um argumento por tanto tempo nesse lugar humano em que vivemos que o mais forte deve dominar o mais fraco, deve determinar quem vive ou morre. A arrogância disso! Vocês não percebem que não podem fazer o seu coração bater?

Vocês não percebem que todo o poder que pensam possuir na verdade não possui nenhum! É a misericórdia de Deus que os mantém! Mesmo quando vocês o odeiam.

Então eles olharam para minha querida Penny e disseram: “Gianna nunca vai ser nada”, o que é sempre encorajador, e ela decidiu ignorá-los, e ela trabalhava comigo três vezes por dia e eu comecei a levantar a cabeça e eles disseram: “Gianna nunca isso, Gianna nunca aquilo”. Encurtando a estória.

Eu estava andando por volta dos três anos e meio com a ajuda de um andador e suporte para as pernas e eu estou de pé aqui hoje apenas mancando um pouco e sem andador ou suportes, sinto-me graciosa às vezes e muito feia às vezes dependendo da situação, mas eu vivo tudo pela glória de Deus.

Vocês vêem senhoras e senhores, eu sou mais fraca que a maioria de vocês, mas isso é o meu sermão. E que preço pequeno a se pagar para poder brilhar para o mundo como faço e oferecer esperança.

E eu acho que na nossa falta de compreensão do modo como as coisas funcionam, nós não compreendemos quanto o sofrimento pode ser belo, eu não estou pedindo por ele, mas quando ele vem, esquecemos…esquecemos que Deus está no controle e Deus tem o poder de tornar belas as coisas mais miseráveis.

Eu conheci a minha mãe biológica. Eu perdoei a minha mãe biológica.

Eu sou cristã.

Ela é uma mulher com o coração muito destroçado. Ela veio para um evento que eu estava fazendo há uns dois anos atrás, veio a mim, se apresentou e disse: “Olá, eu sou sua mãe”. Foi um dia muito difícil. E mesmo assim, enquanto estava enfrentando tudo isso, provavelmente vocês vão me achar estúpida, mas eu estava lá sentada e pensando:

“Eu não pertenço a você, eu pertenço a Cristo, eu sou a menina Dele e sou uma princesa. Então o que quer que você diga, em toda a sua raiva, frustração e visão distorcida. Não é meu para que eu guarde, não é meu para que eu carregue. E não carregarei”.

Estava dizendo tudo isso por dentro.

Então, senhoras e senhores, vocês tem uma oportunidade. Mas por um breve momento eu gostaria de falar diretamente aos homens desse auditório e fazer algo que nunca é feito.

Homens: Vocês são feitos para a grandeza, vocês são feitos para erguerem-se e serem homens, vocês são feitos para proteger as mulheres e as crianças e não ficarem passivos e virarem a cabeça quando sabem que o assassinato está acontecendo e não fazerem nada com relação a isso. Vocês não foram feitos para usar as mulheres e deixa-las sozinhas. Vocês são feitos para serem gentis, grandes, atenciosos, fortes e lutarem por algo. Porque homens me escutem, eu estou cansada demais para fazer o seu trabalho.

Mulheres: Vocês não são feitas para o abuso, vocês não foram feitas para sentar e não saber a sua dignidade e o seu valor. Vocês são feitas para que se lute por vocês para sempre.

Então sabendo agora de suas importâncias que tipo de pessoas vocês serão?

Eu acredito no extraordinário. Eu acredito que vocês, homens, se erguerão nessa ocasião para os políticos ouvindo, e particularmente para os homens, eu diria isso:

“Vocês são feitos para a grandeza, tal como os políticos por aí”.

Vocês são feitos para defender o que é certo e bom. Essa jovem garota ergue-se aqui e diz: “Agora é seu momento”.

Que tipo de homens vocês querem ser? Um homem obcecado com a própria glória ou um homem obcecado com a glória de Deus?

É hora de tomar uma posição. Essa é a sua hora. Deus vai lhes escutar, Deus vai estar com vocês, vocês tem a oportunidade de glorificar e honrar a Deus em 2010.

Eu vou só terminar com o seguinte, alguns de vocês podem estar um pouco irritados porque tudo o que eu faço é falar sobre Deus e Jesus, mas como eu posso ficar andando e mancando nesse mundo e não dar todo o meu coração, mente, alma e forças para Cristo que me deu vida?

Então se vocês pensam que sou uma tola é apenas uma jóia na minha coroa. Toda a minha intenção em viver aqui é fazer Deus sorrir. Espero que algo disso tenha feito sentido. Simplesmente veio do meu coração.

Deus os abençoe e mantenha.
Gianna Jessen

Parte 1:

Parte 2:

(916)

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9 Comments

  • ╰☆╮F®ÅNciєℓyღ εїз* disse:

    Pra mim incrível! Uma nova visão em outro ângulo! Me emocionei!
    Parabéns pelas postagens, pelo trabalho!
    Um abraço
    Fran
    Por divulgação de Boas Causas SEMPRE!
    (www.franpagedois.blogspot.com)

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  • cris disse:

    Belo discurso. Mas, será que vale a pena uma criança ser posta no mundo sob condições tão adversas? No caso dela, aparentemente valeu. Os ensinamentos religiosos podem tê-la ajudado a melhor suportar as adversidades de meios hostis; com o perigo de, em algum momento, ela ter abdicado do direito de pensar por si mesma; para seguir uma doutrina, um líder religioso ou um livro sagrado.
    No vídeo, ela demonstra ter conseguido processar psicologicamente a rejeição e a tentativa de aborto. Parabéns para ela. Não obstante, grande parte das pessoas rejeitadas durante a infância, ou mesmo, na fase intra-uterina de vida, tem comprometida a sua adaptabilidade social, além de padecer distúrbios psíquícos e alterações da personalidade.
    A religião pode ser benéfica até certo ponto, mas também pode consistir em instrumento de separação. Separação entre joio e trigo, entre salvos e não-salvos, entre eleitos e não-eleitos, etc..
    Sempre me pergunto por que a humanidade não alcançou grandes progressos, no que tange à ética e à espiritualidade, em face da presença de tantas religiões no mundo e há tantos séculos?
    Infelizmente, muitos cristãos são arrogantes, pensam que são os únicos filhos do Pai (que existindo, transcende toda e qualquer religião) e concebem o outro, o diferente, de forma etnocêntrica. Falta-lhes, em muitos casos, o desenvolvimento do sentido de alteridade. Não me refiro à palestrante do vídeo especificamente.
    Contudo, para mim é desconfortável conversar com alguém que me observe como pessoa não-salva ou como filha do diabo.
    Muitos cristãos querem ser respeitados em sua fé, mas até que ponto eles respeitam àqueles que pensam de modo diferente?

    As polêmicas que versam sobre Abandono Moral e Afetivo demonstram que para o ser humano não basta simplesmente ter uma vida biológica, sendo necessário que sua existência possua sentido. Não basta ter atendidas as suas necessidades básicas. Os valores, a afetividade, as crenças, os sonhos também se fazem essenciais.
    O aborto não é correto, nem ético; melhor seria a realização de um bom planejamento familiar. A população precisa ser educada, no que concerne a questões da sexualidade.
    Nascer de qualquer jeito, sem ter sido planejado ou desejado também não é ético. Ninguém deveria ser obrigado a viver em condições de desamor, com o estigma de saber-se rejeitado desde cedo. Muitos se revoltarão e a sociedade pagará o preço no final.

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  • cris disse:

    O filme Blood Money parece interessante e aborda o aborto:

    http://www.facebook.com/video/video.php?v=1151240988810

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  • Anonymous disse:

    É inaceitável que as pessoas que não admitem o aborto por convicções morais e religiosas destruam o direito daquelas que desejam optar pelo procedimento. O aborto é um direito de escolha para se livrar de um "produto não desejado".
    As mulheres tem o direito de não querer engravidar, mas se acontecer cabe lhe também o direito de não ser mãe.

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  • Anonymous disse:

    As pessoas deveriam ter competência para controlar os seus impulsos antes de conceberem um filho. Não quer e é incompetente para amar, previna-se.

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  • LauraBow disse:

    cris,
    subscrevo tudo o que escreveu!
    o problema do aborto é um problema educacional que não tem apenas um lado de culpa. todos somos culpados! se engravidamos, é porque somos umas sem vergonha, prostitutas, irresponsáveis e inconscientes! um bébé tem sido encarado pela sociedade ocidental como um problema e um bixo de 7 cabeças! criam-se problemas onde eles não existem. criam-se e incutem-se medos nas pessoas só porque simplesmente alimentam um novo ser no seu ventre. pressão medos e ansiedade.
    a partir desse momento o ser que está a nascer no ventre de uma rapariga é indesejado pela sociedade que a rodeia! e se abortamos somos umas criminosas mas esquecem-se que os verdadeiros criminosos são todos aqueles que de uma forma ou de outra levaram aquela rapariga a ter tomada essa decisão por uma fraca educação enraizada em medo, pressões, ansiedade, desorientação, corrupção, luta, sofrimento, escravidão e juízos de valor.

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  • Anonymous disse:

    Uma pessoa agora é chamado de "produto não desejado". E atribui a contraposição ao aborto a uma mera "convicção religiosa ou moral". Desonestidade, burrice, maldade de quem só repete o que os grandes querem…

    Mais um exemplo acabado da demência intelectual e moral de nosso tempo – pessoas que baseiam-se em argumentos ideológicos para defender a morte de crianças (E acham que tem o direito de se assustar com o holocausto ou a criminalidade).

    Concordo com a pessoa que disse que um bebê não é um bicho de 7 cabeças (Como muitos moderninhos descolados tem pretendido defender, dada a ferocidade com que perseguem o direito ao aborto). É a sociedade moderna, tão respeitadora da vida e dos direitos de todos, que não consegue dar resposta para as mais elementares questões.

    E quem disse que pessoas de classe média e média-alta não abortam? Permissivismo moral não é coisa só de pobre e favelado! É claro que um pobre pode ser reto moralmente, assim como um rico pode ser uma lástima moral (E é bem normal vermos isso atualmente).

    Você me dirá que sabia disso. Não é o que parece. Preciso desenhar?

    Se acham que a vida vocês não vale nada, não estimulem outras pessoas a jogarem as suas e a de seus filhos fora.

    O aborto é um crime hediondo. Diante disso não existem argumentos. Não é mera "convicção religiosa"; se um nascituro não é uma pessoa, a falsa ciência de vocês deverá dizer o que é (Uma tartaruga ou um vírus, será?).

    André

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  • Anonymous disse:

    Ninguém pode ser obrigada a ter um filho indesejado.
    E abortar com 7 meses é realmente uma ignorância. Tanto que em muitos países o aborto é legalizado até os 3 meses de gestação.
    Mas o direito de abortar deve permanecer. Uma mulher deve ter direito sobre seu corpo e sua vida. Aborto não é crime hediondo coisa nenhuma.
    Hediondo é parir um ser humano pra ser rejeitado e mal tratado. Mais hediondo do que isso é parir um ser humano nessas condições ainda mais sendo vítima de estupro.
    Não se trata de feminismo, nem de religião nem de assassinato. Uma pessoa tem que ter direito sobre seu corpo e sua vida. E ponto final.

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  • Anonymous disse:

    Será que a pessoa que disse ser a favor do aborto nunca se perguntou: Eu estou viva porque meus pais me deram a chance de viver!!! Como negar isso a outro ser humano?

    Fico cada vez mais perplexa com o egoísmo e com a falta de amor que assola a humanidade.

    Adriana

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